Negócios

Embraer reitera que não há garantia de combinação de negócios

Segundo comunicado, a Embraer, a Boeing e o governo brasileiro têm buscado se aprofundar na questão

Embraer: a Embraer e a Boeing têm desenvolvido entendimentos preliminares na busca por uma estrutura de combinação de negócios (Simon Dawson/Bloomberg)

Embraer: a Embraer e a Boeing têm desenvolvido entendimentos preliminares na busca por uma estrutura de combinação de negócios (Simon Dawson/Bloomberg)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 22 de janeiro de 2018 às 10h46.

São Paulo - A Embraer reiterou, em esclarecimento a notícias publicadas na imprensa, que não há garantia de que a pretendida combinação de negócios com a norte-americana Boeing venha a se concretizar e "tampouco é possível definir que estrutura ou desenho", ainda que preliminarmente, virá a ser adotada. Recentemente, o noticiário local sobre as conversas informava que as duas empresas estariam discutindo um novo modelo de negócios.

Como informado em 21 de dezembro, a Embraer e a Boeing têm desenvolvido entendimentos preliminares na busca por uma estrutura de combinação de negócios que atenda o interesse comum de ambas e de seus acionistas, "respeitado, no caso específico da Embraer, as restrições legais e estatutárias, bem como o interesse da segurança nacional".

Segundo comunicado, as duas companhias e o governo brasileiro têm buscado se aprofundar na questão, registrando a Embraer o enfoque construtivo que vem adotando o governo brasileiro.

A Embraer informou ainda que adota, de acordo com as melhores práticas de governança corporativa, o procedimento de verificar imediatamente junto a seus administradores que tenham conhecimento dos fatos em cada caso.

Acompanhe tudo sobre:EmbraerFusões e AquisiçõesBoeingBrasil

Mais de Negócios

O que a dona da Centauro fez para faturar R$ 2,2 bilhões com a Copa do Mundo

No interior de SP, o 4º maior parque aquático do mundo fatura R$ 260 milhões e terá toboágua gigante

Ele consertava equipamentos em Goiânia. Agora, filhos querem levar o negócio aos R$ 500 milhões

Com franquias de R$ 350 mil, indústria de chocolates quer sair dos bastidores usando marca própria