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Ela investiu US$ 50 mil, vendeu por US$ 22 milhões — e comprou de volta por uma fração do valor

Jaclyn Johnson fundou, vendeu e recomprou a Create & Cultivate, e agora aposta em um novo modelo com capital de risco

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 6 de janeiro de 2026 às 14h12.

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Jaclyn Johnson fundou a Create & Cultivate com uma proposta clara: criar experiências e conteúdo voltados para mulheres empreendedoras e profissionais.

Em 2021, após anos de crescimento e visibilidade, vendeu a empresa por US$ 22 milhões. Dois anos depois, decidiu recomprá-la por uma fração do valor. O que poderia parecer uma reversão improvável, na verdade, ilustra com precisão as complexidades, e as oportunidades, do universo de finanças corporativas.

Mais do que uma trajetória inspiradora, o caso revela como fundadores e executivos podem se posicionar estrategicamente em momentos de transição, maximizar o valor de uma venda e, se necessário, reassumir o controle com novos objetivos, estrutura de capital e visão de longo prazo. As informações foram retiradas do Business Insider.

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Venda estratégica por US$ 22 milhões durante a pandemia

A Create & Cultivate explodiu em visibilidade e faturamento. Em 2019, a empresa gerou US$ 14 milhões em receita, e Johnson entrevistou Martha Stewart em um de seus maiores eventos. Propostas de aquisição começaram a surgir, e o plano de venda se consolidou como uma saída estratégica.

Mesmo com a chegada da pandemia em 2020, a empresa conseguiu migrar para o digital. Ainda assim, Johnson enfrentou esgotamento emocional e incertezas de mercado. Em 2021, aceitou a proposta de uma empresa de private equity e vendeu a Create & Cultivate por US$ 22 milhões, abaixo de ofertas anteriores, mas ainda um bom negócio. Como sócia majoritária, Johnson recebeu uma quantia significativa.

Recompra por valor simbólico: estratégia de recuperação e reconstrução

Após o período de transição como CEO e posteriormente como conselheira, Johnson acompanhou de perto os rumos da empresa sob nova gestão. Em cerca de 18 meses, percebeu que o grupo comprador planejava se desfazer do ativo.

Em conversa com Marina Middleton, executiva que hoje atua como CEO da empresa, decidiram recomprar o negócio por um valor de seis dígitos, “uma fração do que foi pago na venda”, segundo Johnson. A recompra, além de simbólica, foi estratégica: como fundadora, ela sabia o valor real da marca, da comunidade e do modelo de negócio.

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Novo ciclo, nova estrutura: captação de venture capital e foco digital

Desta vez, o plano era outro. Johnson sabia que não dava para começar do zero, mas também que a empresa precisava se reinventar. Para isso, captou US$ 2,6 milhões em capital de risco, com foco em eventos híbridos e experiências ancoradas em tecnologia.

A proposta é modernizar o modelo da Create & Cultivate, mantendo o foco em conexões reais, mas apostando em expertise, dados e acessibilidade via tecnologia. Um retorno à essência, com uma estrutura mais robusta e preparada para escalar.

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