Negócios

E.ON corta projeção por energia verde e preços fracos

Grupo disse na quarta-feira que via agora lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização alcançando de 9,2 bilhões a 9,3 bilhões de euros


	E.ON: Ebitda dos nove meses recuou 19% para 7,117 bilhões de euros, abaixo da previsão média de 7,179 bilhões de euros em uma pesquisa
 (Bloomberg)

E.ON: Ebitda dos nove meses recuou 19% para 7,117 bilhões de euros, abaixo da previsão média de 7,179 bilhões de euros em uma pesquisa (Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de novembro de 2013 às 08h31.

Frankfurt - A E.ON, a maior empresa de energia elétrica da Alemanha, reduziu o teto de sua meta de lucro para o ano depois que preços de energia em queda e um boom em energia renovável fez com que o lucro nos nove meses sofresse queda de 20 por cento.

O grupo disse na quarta-feira que via agora lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) alcançando de 9,2 bilhões a 9,3 bilhões de euros (12,4 bilhões a 12,5 bilhões de dólares), comparado a uma projeção anterior de 9,2 bilhões a 9,8 bilhões de euros.

Isso está quase em linha com a projeção média de 9,3 bilhões de euros em uma pesquisa da Reuters com analistas.

Já abaladas pela decisão da Alemanha de abandonar a energia nuclear até 2022, as empresas de energia elétrica do país também enfrentam uma expansão maciça de energia renovável e preços de energia no atacado em queda, fazendo com que suas usinas convencionais fiquem no vermelho.

A E.ON disse que seu Ebitda dos nove meses recuou 19 por cento para 7,117 bilhões de euros, abaixo da previsão média de 7,179 bilhões de euros em uma pesquisa da Reuters.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasLucroEmpresas alemãsE.ON

Mais de Negócios

Este é o motivo pelo qual Larry Ellison e Jeff Bezos já perderam mais de US$ 66 bilhões em 2026

Além do Carnaval: como o Camarote Nº1 virou um negócio de R$ 80 milhões

Nessa loja, o cliente não gasta um centavo — e ainda sai com a sacola na mão

Como o espumante transformou a Vinícola Garibaldi em um negócio de R$ 300 milhões