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Apresentado por BINANCE

Criptomoedas: como começar a investir com segurança e aportes graduais

Com mais brasileiros entrando no mercado cripto, cresce a busca por informação e proteção digital

Criptomoedas: adesão cresce no Brasil e exige atenção à segurança digital. (Jirapong Manustrong/Getty Images)

Criptomoedas: adesão cresce no Brasil e exige atenção à segurança digital. (Jirapong Manustrong/Getty Images)

EXAME Solutions
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Publicado em 25 de março de 2026 às 09h57.

Quatro em cada dez brasileiros já investem em criptomoedas. O dado é de um levantamento do Instituto Locomotiva, encomendado pela Binance, a maior plataforma de criptomoedas do mundo, que mostra como os ativos digitais já se consolidaram entre as opções de investimento mais populares do país.

Hoje, as criptomoedas aparecem empatadas com fundos de investimento na preferência dos brasileiros e próximas das ações, que têm 41% de investidores. O interesse tende a continuar crescendo. Entre os brasileiros que conhecem criptomoedas, mas ainda não investem, 69% afirmam considerar entrar nesse mercado.

Com o avanço da adoção, cresce também a preocupação com segurança entre quem está entrando nesse mercado. Nos últimos anos, o acesso às criptomoedas se ampliou, e o perfil dos investidores mudou. Além de usuários experientes, o setor passou a atrair cada vez mais pessoas que exploram os criptoativos pela primeira vez — muitas delas em busca de diversificação e de novas oportunidades financeiras.

A Binance, maior plataforma global de negociação de criptomoedas, investe anualmente centenas de milhares de dólares em tecnologia, ferramentas e equipes de profissionais para garantir a segurança dos usuários e seus fundos. A exchange é a maior colaboradora de entidades de aplicação da lei em todo o mundo, apoiando investigações e dando treinamentos aos agentes.

“A proteção dos nossos usuários é um dos pilares centrais da nossa atuação. Por isso, investimos continuamente em tecnologia, inteligência artificial e equipes especializadas para prevenir, identificar e responder de forma rápida a possíveis ameaças digitais”, afirma Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para a América Latina.

Com a expansão do mercado, cresce também a importância de compreender seus fundamentos e adotar práticas que ajudem a proteger contas e ativos digitais. Nesse cenário, empresas de infraestrutura do setor têm ampliado investimentos em tecnologia, proteção ao usuário e educação financeira.

Especialistas apontam que iniciar no universo das criptomoedas com segurança depende de três pilares principais: proteção digital, acesso à informação qualificada e escolha de plataformas confiáveis.

Por que a segurança digital é o primeiro passo

Entre as recomendações mais comuns para novos usuários estão medidas básicas de proteção digital, como o uso de senhas fortes, a ativação da autenticação em dois fatores e a atenção a possíveis tentativas de fraude.

Ataques direcionados a contas estão entre as formas mais frequentes de perda de ativos digitais. Em vez de tentar comprometer diretamente a tecnologia das blockchains, invasores costumam explorar vulnerabilidades humanas por meio de links falsos, mensagens fraudulentas ou estratégias de engenharia social para obter credenciais de acesso.

Com essas informações em mãos, os criminosos podem alterar configurações da conta, bloquear o acesso do usuário e tentar realizar transferências rapidamente.

Para reduzir esses riscos, plataformas do setor têm desenvolvido sistemas de proteção em múltiplas camadas. Na Binance, por exemplo, a proteção de contas combina monitoramento de atividades em tempo real, autenticação adicional e mecanismos progressivos de segurança, como verificação por senha temporária, alertas automáticos e métodos avançados de autenticação.

Informação como parte da estratégia de investimento

Além da segurança digital, especialistas destacam a importância de compreender o funcionamento do mercado antes de investir.

Isso inclui conhecer conceitos básicos sobre criptomoedas, entender a volatilidade dos preços e avaliar os riscos envolvidos em cada operação. Para apoiar esse processo de aprendizado, empresas do setor têm ampliado a oferta de conteúdos educativos.

Uma dessas iniciativas é a Binance Academy, plataforma educacional gratuita criada em 2018 para disseminar conhecimento sobre blockchain e criptomoedas. O ambiente reúne artigos, cursos e guias sobre temas como fundamentos do Bitcoin, negociação e segurança digital, organizados por níveis de complexidade e disponíveis em português.

A proposta é permitir que novos usuários adquiram conhecimento gradualmente antes de realizar suas primeiras operações.

O que observar ao escolher uma plataforma

Outro passo importante para quem está começando é escolher a plataforma utilizada para negociar ou armazenar ativos digitais. Conhecidas como exchanges, elas funcionam como ambientes que conectam compradores e vendedores de criptomoedas e permitem negociações a qualquer momento.

Ao avaliar uma exchange, especialistas recomendam observar critérios como segurança da plataforma, transparência nas taxas cobradas, variedade de ativos disponíveis e qualidade do suporte ao usuário.

Também é importante verificar se a empresa mantém canais oficiais de comunicação, políticas claras de segurança e mecanismos de monitoramento capazes de detectar atividades suspeitas.

Nos últimos anos, empresas do setor têm ampliado investimentos em proteção ao usuário. Em 2025, por exemplo, os sistemas de segurança da Binance ajudaram a evitar mais de US$ 3,9 bilhões em possíveis perdas relacionadas a golpes, além de permitir a recuperação de mais de US$ 12,8 milhões para usuários da plataforma.

Especialistas afirmam que a combinação entre tecnologia, educação e boas práticas de segurança tende a ser um dos principais fatores para ampliar o acesso responsável ao mercado de criptomoedas.

Para novos investidores, a recomendação é avançar gradualmente, manter hábitos digitais seguros e buscar informação qualificada antes de tomar decisões de investimento.

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