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CEO da Volkswagen lutará por cargo, dizem fontes

Atual CEO da Volkswagen afirmou que irá lutar para permanecer no cargo mesmo que Conselho tenha perdido a confiança nele

Martin Winterkorn: CEO da Volskwagen vai brigar por permanência em cargo (Getty Images)
DR

Da Redação

Publicado em 11 de abril de 2015 às 11h09.

BERLIM -- A Volkswagen mergulhou em uma crise de liderança após o presidente-executivo Martin Winterkorn deixar claro neste sábado que lutará pelo seu cargo, mesmo que o presidente do Conselho da montadora já tenha perdido a confiança no executivo.

Ferdinand Piech, que passou quase 22 anos no comando da empresa, nove como presidente-executivo, disse que tem "se distanciado" de Winterkorn, informou na sexta-feira a Der Spiegel, expondo dissidência incomum entre dois principais líderes da Volkswagen.

O comentário de Piech é visto por analistas como minando as perspectivas de Winterkorn de renovar o seu contrato, que expira em dezembro de 2016, e assumir o Conselho quando Piech se aposenta.

Winterkorn, que em seu reinado de oito anos tem supervisionado a transformação da empresa de um grupo alemão pressionado com elevados custos do trabalho em uma das companhias do setor automobilístico mais bem sucedidas do mundo, não vai fugir de seu trabalho e se sente encorajado pelo apoio de aliados fortes, afirmaram à Reuters neste sábado duas fontes da Volkswagen que fica em Wolfsburg.

Um porta-voz da Volkswagen se recusou a comentar a notícia. O escritório de Piech, em Salzburgo, na Áustria, não retornou as ligações para comentar.

O alemão Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung informou neste sábado que Winterkorn não se deixaria ser tirado da empresa, citando fontes não identificadas na montadora.

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BERLIM -- A Volkswagen mergulhou em uma crise de liderança após o presidente-executivo Martin Winterkorn deixar claro neste sábado que lutará pelo seu cargo, mesmo que o presidente do Conselho da montadora já tenha perdido a confiança no executivo.

Ferdinand Piech, que passou quase 22 anos no comando da empresa, nove como presidente-executivo, disse que tem "se distanciado" de Winterkorn, informou na sexta-feira a Der Spiegel, expondo dissidência incomum entre dois principais líderes da Volkswagen.

O comentário de Piech é visto por analistas como minando as perspectivas de Winterkorn de renovar o seu contrato, que expira em dezembro de 2016, e assumir o Conselho quando Piech se aposenta.

Winterkorn, que em seu reinado de oito anos tem supervisionado a transformação da empresa de um grupo alemão pressionado com elevados custos do trabalho em uma das companhias do setor automobilístico mais bem sucedidas do mundo, não vai fugir de seu trabalho e se sente encorajado pelo apoio de aliados fortes, afirmaram à Reuters neste sábado duas fontes da Volkswagen que fica em Wolfsburg.

Um porta-voz da Volkswagen se recusou a comentar a notícia. O escritório de Piech, em Salzburgo, na Áustria, não retornou as ligações para comentar.

O alemão Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung informou neste sábado que Winterkorn não se deixaria ser tirado da empresa, citando fontes não identificadas na montadora.

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