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BP anuncia depreciação de quase US$ 1,1 bi no Brasil
Grupo petroleiro britânico anunciou uma depreciação de quase 1,1 bilhão de dólares em consequência do fracasso da exploração de um bloco na costa do Brasil
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Logotipo da BP: BP decidiu abandonar a exploração do bloco BM-CAL-13 (Andrew Yates/AFP)
Publicado em 18 de dezembro de 2013 às, 08h01.
Londres - O grupo petroleiro britânico BP anunciou nesta quarta-feira uma depreciação de quase 1,1 bilhão de dólares em consequência do fracasso da exploração de um bloco na costa do Brasil.
A BP decidiu abandonar a exploração do bloco BM-CAL-13, na bacia de Camamu-Almada já que a perfuração do poço Pitanga não permitiu produzir uma quantidade de petróleo suficiente para uma exploração comercial, afirma o grupo em um comunicado.
Concretamente, este fracasso provocará uma depreciação de 230 milhões de dólares, correspondente ao custo da exploração, e outra de quase 850 milhões pela degradação do valor do bloco, que a BP considera agora um ativo não operacional.
A BP assumiu o bloco de exploração com a compra, em 2010, de sete bilhões de dólares de ativos da empresa americana Devon Energy.
Apesar do revés, a BP afirma que 2013 foi o melhor ano da empresa em quase uma década em termos de descobertas de novas jazidas.
Também na costa do Brasil, a BP e a Petrobras, operadora do bloco, descobriram petróleo no poço Pitu, na bacia de Potiguar, segundo a empresa britânica, confirmando o anúncio de terça-feira da empresa brasileira.
A gigante britânica anunciou ainda uma descoberta "significativa" de petróleo em águas profundas do Golfo do México, em um bloco compartilhado com a americana ConocoPhillips.
De acordo com Richard Morrison, presidente de operações da BP no Golfo do México, "a descoberta no bloco de Gila é mais um sinal de que as operações de perfuração da BP no Golfo do México estão recuperando o ritmo".
O Golfo do México foi cenário em abril de 2010 de um acidente provocado pela explosão da plataforma Deepwater Horizon da BP, a 80 km de Nova Orleans, o que gerou uma grande maré negra.
A catástrofe provocou a morte de 11 pessoas e custou mais de 40 bilhões de dólares para a empresa.
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