Negócios

BHP nomeia membros para monitorar desastre da Samarco

O governo federal e dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo anunciaram na sexta-feira planos de multar os acionistas da Samarco


	Estrago: a BHP disse em comunicado que ainda está para receber uma notificação formal da ação
 (Corpo de Bombeiros/MG - Divulgação)

Estrago: a BHP disse em comunicado que ainda está para receber uma notificação formal da ação (Corpo de Bombeiros/MG - Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 30 de novembro de 2015 às 07h45.

Priorizar nos meus resultados Google

Sydney - A BHP Billiton disse nesta segunda-feira que o presidente de seu Conselho de Administração e três outros membros do conselho vão monitorar a resposta da companhia ao desastre da mineradora Samarco no Brasil, enquanto continuam os esforços de limpeza em meio à confirmação de que arsênico foi encontrado nas águas poluídas pelo incidente.

A BHP, que formou um subcomitê para ajudar o conselho a administrar os eventos da Samarco, já se comprometeu a estabelecer um fundo para ajudar a pagar o trabalho de recuperação do sistema do Rio Doce, poluído pelos rejeitos da barragem.

Dentre os quatro membros do subcomitê está incluído o presidente do Conselho da companhia, Jac Nasser, disse. Nasser procurou assegurar aos acionistas na reunião anual da BHP mais cedo neste mês de que estava comprometido em colocar a Samarco em pé novamente.

O governo federal e dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo anunciaram na sexta-feira planos de multar os acionistas da Samarco, BHP e da Vale em 20 bilhões de reais por danos.

A BHP disse em comunicado que ainda está para receber uma notificação formal da ação.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasSiderurgia e metalurgiaMineraçãogestao-de-negociosSamarcoBHP BillitonConselhos de administração

Mais de Negócios

Shopping fatura R$ 100 mi no seu primeiro semestre de operações no Paraná

BTG Pay: BTG inicia operação de plataforma de pagamentos para empresas com cartão B2B e maquininha

Coca-Cola lança no Brasil a linha ZZ: ‘Somos o maior mercado da Coca-Cola Zero no mundo’, diz CEO

Aos 56 anos, tradicional fábrica de sorvetes do Sul pede recuperação judicial