Negócios

BB submete ao Cade acordo com Correios

Banco firmou um acordo com os Correios no fim de fevereiro em continuidade aos estudos relativos ao Banco Postal


	Banco do Brasil: banco informou que planejava ampliar a oferta de serviços para o todo o país em uma parceria em partes iguais com os Correios
 (Adriano Machado)

Banco do Brasil: banco informou que planejava ampliar a oferta de serviços para o todo o país em uma parceria em partes iguais com os Correios (Adriano Machado)

DR

Da Redação

Publicado em 6 de março de 2014 às 09h49.

São Paulo - O Banco do Brasil divulgou nesta quinta-feira que firmou um acordo com os Correios no fim de fevereiro em continuidade aos estudos relativos ao Banco Postal, tendo submetido-o ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na véspera.

Em novembro, o Banco do Brasil informou que planejava ampliar a oferta de serviços para o todo o país em uma parceria em partes iguais com os Correios, lançando o Banco Postal como uma instituição capaz de oferecer produtos como seguros, microcrédito e cartões pré-pagos.

Na época, o BB afirmou que os investimentos no negócio não seriam elevados, pois a operação iria apenas agregar sua infraestrutura tecnológica à dos Correios.

O Banco Postal é a marca dos Correios que atua como correspondente na prestação de serviços bancários básicos em todo o país. Em 2011 o BB venceu a concorrência para ser o novo parceiro dos Correios na instituição por um prazo de cinco anos.

Na divulgação de resultados anuais, o BB informou ter encerrado 2013 com 6.189 pontos do Banco Postal. Como comparação, o BB fechou o ano com 5.450 agências próprias no Brasil.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasBancosBB – Banco do BrasilEstatais brasileirasEmpresas estataisServiçosCorreiosCade

Mais de Negócios

Linguiça de peixe e geleia de gengibre: a foodtech que nasceu em uma sala de aula no Amapá

Após falência e divórcio, casal supera crise e cria franquia que fatura US$ 1,4 milhão por ano

Essa professora largou as salas de aula e criou um estúdio de design que fatura US$ 200 mil por ano

Aos 28 anos, ela acumulou dívida de US$ 141 mil e criou 'combo' de rendas extras para quitar tudo