Negócios

American Express cortará mais de 4.000 empregos

Cortes de empregos anunciados pela American Express acontecerão nos Estados Unidos e no exterior


	Cartões de crédito da American Express: cortes de empregos anunciados acontecerão nos Estados Unidos e no exterior
 (Scott Eells/Bloomberg)

Cartões de crédito da American Express: cortes de empregos anunciados acontecerão nos Estados Unidos e no exterior (Scott Eells/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de janeiro de 2015 às 09h20.

A American Express vai cortar mais de 4.000 postos de trabalho este ano - presidente financeiro Jeff Campbell, depois da empresa de cartão de crédito ter apresentado uma despesa trimestral mais elevada e provisões mais altas para perdas com crédito.

Os planejados cortes, a partir de uma força de trabalho de cerca de 63.000 pessoas, contribuíram para um encargo de reestruturação de 313 milhões de dólares durante o quarto trimestre.

A American Express, que nos últimos anos tem buscado refrear custos para compensar o lento crescimento da receita, disse que as despesas aumentaram 3,5 por cento, para 3,6 bilhões de dólares no quarto trimestre, impulsionadas principalmente pelos custos de marketing e salários.

O total de provisões para empréstimos duvidosos aumentou 21,5 por cento, para 582 milhões de dólares.

Os cortes de empregos anunciados pela American Express acontecerão nos Estados Unidos e no exterior.

O lucro líquido da companhia subiu para 1,45 bilhão de dólares, ou 1,39 dólar por ação, no quarto trimestre encerrado em dezembro, ante 1,31 bilhão, ou 1,21 dólar por papel, um ano antes.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas americanasgestao-de-negociosDemissõesDesempregoAmerican Express

Mais de Negócios

Como homem de 43 anos construiu um patrimônio de sete dígitos depois de perder tudo

Ele começou com R$ 100 e uma creche para cachorros em casa. Hoje o negócio fatura R$ 1 milhão

Ela ouviu mais de 100 nãos e construiu uma empresa avaliada em US$ 25 bi — o Canva

Serasa chega a 100 milhões de brasileiros na base — e vira plataforma de crédito