Veja 5 lugares paradisíacos que deixaram a covid-19 para trás

Praias com mar transparente e natureza praticamente intocada formam o cenário de cartão-postal de destinos que driblaram o coronavírus

Da África ao Oceano Pacífico e ao Caribe, pelo menos cinco lugares paradisíacos conseguiram driblar o coronavírus. Alguns, como o arquipélago de Zanzibar, com dezenas de praias de cair o queixo em um ambiente que mistura influências árabes e africanas, começavam a se tornar mais conhecidos pouco antes da pandemia. Outros, como as ilhas Seychelles, já faziam parte dos sonhos de muita gente. Em comum, todos têm hoje índices muito baixos da covid-19 (alguns até já se declararam livres do vírus).

Claro que todo cuidado é pouco – por enquanto, fazer viagens aéreas é algo desaconselhado por boa parte da comunidade médica. Mas como sonhar não custa nada, elencamos cinco dos lugares mais encantadores do mundo que venceram a covid e, tão logo a pandemia passar, estarão prontos a receber os turistas. Tem até o jardim do Éden. Veja a seguir:

1. Ilhas Fiji

Com apenas 28 casos de coronavírus registrados até hoje, as Ilhas Fiji conseguiram uma proeza difícil de ser imitada. A 2.000 quilômetros do pedaço de terra firme mais próximo, o arquipélago de 330 ilhas (um terço delas desabitadas) no meio do Oceano Pacífico conseguiu driblar o vírus que já contaminou mais de 25 milhões de pessoas no mundo. Com praias de uma beleza intocada e alguns dos melhores resorts do mundo, as Ilhas Fiji permanecem como um dos maiores cartões-postais da humanidade. O arquipélago já é considerado livre da covid-19, mas visitar suas ilhas é algo ainda bastante restrito. O governo se preocupa em manter o local tal como está – lindo e sem vírus.

2. Seychelles

Outra ilha que marcou um gol e tanto contra a covid-19. Isolada no Oceano Índico, a 1.500 quilômetros do litoral africano, a geografia ajudou a manter as 115 ilhotas sob controle em relação à pandemia (das 136 pessoas foram infectadas, 127 se recuperaram). Claro, que, mesmo assim, todo cuidado é pouco. As viagens às ilhas não foram totalmente liberadas e o visitante precisa apresentar um teste negativo de coronavírus feito pelo menos 72 horas antes da viagem. No pós-pandemia, a expectativa é que o turismo volte com força às ilhas, onde estão algumas das praias mais bonitas do planeta. Para se ter uma ideia, os atóis de corais Aldabra e Vallée de Mai, declarados patrimônios naturais da humanidade pela UNESCO, são chamados de Jardim do Éden.

3. Tanzânia

Pouca gente sabe, mas a Tanzânia, na África, guarda dois tesouros. O país tem uma das maiores concentrações de animais do planeta, com centenas de elefantes, leões, girafas, leopardos e gazelas circulando livremente por seus parques naturais, muitos deles com resorts exclusivos para poucas pessoas. O litoral é outra surpresa. O arquipélago de Zanzibar já vinha se tornando, antes da pandemia, um dos lugares preferidos da turma que prefere destinos ainda pouco conhecidos e de uma beleza rara, com dezenas de praias de areia branca e um mar cristalino. Claro que também não faltam hotéis glamourosos à beira-mar, com meia dúzia de espreguiçadeiras italianas distribuídas elegantemente na praia, protegidas por enormes ombrellones.

Recentemente, a Tanzânia também ficou conhecida por outro motivo. O país aliou uma política de fechamento de fronteiras, testagem em massa e duras medidas de restrição social para vencer a pandemia, e conseguiu. Hoje, são menos de 600 casos.

4. Barbados

Que tal alugar uma mansão à beira-mar para passar a pandemia trabalhando em homeoffice em um paraíso natural? Essa foi a ideia lançada pela primeira-ministra de Barbados, Mia Amor Mottley, em julho, quando a ilha se declarou livre do coronavírus. Não que os endinheirados do mundo já não tivessem um pé em Barbados. A ilha caribenha é conhecida por seus spas, campos de golfe, e, claro, as praias. Mergulhar com tartarugas-marinhas e fazer pequenos cruzeiros pelas ilhas também fazem parte dessa lista top 10.

5. Bahamas

Não à toa, o arquipélago das Bahamas, no Caribe, é um dos destinos preferidos de milionários e celebridades que querem ficar bem longe dos holofotes. Com 700 ilhas distribuídas em mais de 1.200 quilômetros quadrados de um mar cristalino, nas Bahamas a natureza é que dá as cartas. Em Abacos, uma cadeia de pequenas ilhas que faz parte de uma reserva natural, uma espécie de porcos se adaptou à vida no mar e alguns até mergulham. Super exclusiva, a ilha de Andros é considerada um dos melhores lugares do mundo para mergulho. Mas atenção: o turismo nas Bahamas ainda não reabriu para brasileiros.

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