Regime sírio executa 15 civis em Homs, dizem ativistas
Pelo menos 15 civis foram supostamente executados por leais ao regime de Damasco, denunciaram ativistas e grupos de oposição
Da Redação
Publicado em 23 de outubro de 2013 às 10h34.
Cairo - Pelo menos 15 civis foram supostamente executados por leais ao regime de Damasco na cidade de Sajné, na província síria de Homs (centro), denunciaram nesta quarta-feira ativistas e grupos da oposição .
O Observatório Sírio de Direitos Humanos precisou que as vítimas morreram em Helek al Hil, nos arredores de Sajné, e destacou que ativistas na região acusam aos leais ao regime de Bashar al-Assad de ter cometido os assassinatos.
Por sua vez, os opositores Comitês de Coordenação Local e a Comissão Geral da Revolução Síria informaram que os mortos são membros de duas famílias e que entre eles há mulheres e menores.
Segundo a versão desses dois grupos, as vítimas foram degoladas pelos fiéis ao regime quando tentavam fugir de Sajné, que está sendo bombardeada.
Os corpos foram transferidos ao hospital de Palmira, na mesma província.
As informações não puderam ser checadas de forma independente devido às restrições impostas pelas autoridades sírias ao trabalho dos jornalistas.
Cairo - Pelo menos 15 civis foram supostamente executados por leais ao regime de Damasco na cidade de Sajné, na província síria de Homs (centro), denunciaram nesta quarta-feira ativistas e grupos da oposição .
O Observatório Sírio de Direitos Humanos precisou que as vítimas morreram em Helek al Hil, nos arredores de Sajné, e destacou que ativistas na região acusam aos leais ao regime de Bashar al-Assad de ter cometido os assassinatos.
Por sua vez, os opositores Comitês de Coordenação Local e a Comissão Geral da Revolução Síria informaram que os mortos são membros de duas famílias e que entre eles há mulheres e menores.
Segundo a versão desses dois grupos, as vítimas foram degoladas pelos fiéis ao regime quando tentavam fugir de Sajné, que está sendo bombardeada.
Os corpos foram transferidos ao hospital de Palmira, na mesma província.
As informações não puderam ser checadas de forma independente devido às restrições impostas pelas autoridades sírias ao trabalho dos jornalistas.