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Observadores serão enviados para pontos de tensão na Ucrânia

Trégua entrou em vigor oficialmente em 15 de fevereiro, mas desde então Kiev e os rebeldes trocam acusações de violação do acordo

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko: trégua entrou em vigor oficialmente em 15 de fevereiro, mas desde então Kiev e os rebeldes trocam acusações de violação do acordo (Mykhaylo Markiv/AFP)

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko: trégua entrou em vigor oficialmente em 15 de fevereiro, mas desde então Kiev e os rebeldes trocam acusações de violação do acordo (Mykhaylo Markiv/AFP)

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Da Redação

Publicado em 3 de março de 2015 às 09h41.

Kiev - Os presidentes da França, Rússia e Ucrânia e a chanceler alemã chegaram a um acordo para o envio de observadores da OSCE aos pontos de tensão no leste da Ucrânia, onde foram constatadas violações da trégua, anunciou Kiev.

O acordo foi alcançado durante uma conferência por telefone entre a chanceler alemã Angela Merkel e os presidentes francês, François Hollande, russo, Vladimir Putin, e ucraniano, Petro Poroshenko, durante a madrugada, informou o governo de Kiev.

"Os interlocutores apoiaram a proposta ucraniana de enviar observadores da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) a todos os pontos nos quais o cessar-fogo foi violado, começando por 10 localidades das regiões de Donetsk e Lugansk, das quais parte está sob controle dos separatistas pró-Rússia", afirma um comunicado oficial ucraniano.

A trégua entrou em vigor oficialmente em 15 de fevereiro, mas desde então Kiev e os rebeldes trocam acusações de violação do acordo.

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