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Justiça manda fechar centros de votação do referendo na Catalunha

Grupos independentistas pediram a seus ativistas que se concentrem nas escolas para permitir que sejam utilizadas para o referendo no dia 1º

Catalunha: a juíza solicitou também ao MP que cesse suas "diligências, atuações e instruções" sobre o referendo ilegal (Albert Gea/Reuters)

Catalunha: a juíza solicitou também ao MP que cesse suas "diligências, atuações e instruções" sobre o referendo ilegal (Albert Gea/Reuters)

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EFE

Publicado em 27 de setembro de 2017 às 16h57.

Barcelona/Madri - O Tribunal Superior de Justiça da Catalunha (TSJC) tomou nesta quarta-feira o controle das atuações para evitar o referendo ilegal de 1º de outubro, até agora promovidas pelo Ministério Público, e ordenou que a polícia feche os centros de votação e impeça que a consulta seja preparada nesses espaços.

A quatro dias da data fixada pelo governo catalão para realizar o referendo, a magistrada do TSJC, Mercedes Armas, ordenou que a polícia catalã, conhecida como Mossos d'Esquadra; a Polícia Nacional e a Guarda Civil impeçam de forma conjunta que sejam abertos os locais designados para a consulta separatista e requisitem o material eleitoral que encontrem nos mesmos.

A juíza solicitou também ao Ministério Público que cesse suas "diligências, atuações e instruções" sobre o referendo ilegal, já que será ela quem assumirá as próximas diretrizes.

No entanto, a magistrada aprovou a decisão do Ministério Público de ordenar a revista dos locais designados como pontos de votação e que seja um funcionário do Ministério de Interior espanhol quem coordene a operação policial contra a consulta.

Do outro lado, grupos independentistas pediram a seus ativistas que se concentrem nas escolas para permitir que sejam utilizadas para o referendo no dia 1º e impedir que as forças de segurança as fechem.

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