Mundo

Jovens passam muito tempo mexendo no celular, diz príncipe Harry

Os membros da família real britânica Harry, William, e Kate criaram a campanha Heads Together para promover o debate sobre a saúde mental

Príncipe Harry: "Eu li que as pessoas jovens olham seus celulares cerca de 150 vezes por dia" (David Moir/Reuters)

Príncipe Harry: "Eu li que as pessoas jovens olham seus celulares cerca de 150 vezes por dia" (David Moir/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 7 de julho de 2017 às 14h44.

Priorizar nos meus resultados Google

Em um evento em Leeds, Inglaterra, na última quinta-feira, 6, príncipe Harry falou sobre sua campanha de saúde mental e comentou os resultados que logrou até agora.

"Não consigo expressar o quão agradecidos William, Catherine e eu estamos. O objetivo está sendo alcançado e agora há muito mais entendimento, compaixão e bondade com aqueles que abrem o jogo sobre seus problemas. Mas não vamos nos enganar, pensando que o trabalho está finalizado - há muito, muito mais que podemos fazer em todos os níveis para incentivar que debates sobre saúde mental sejam tão comuns como aqueles sobre saúde física", disse ele durante discurso.

Harry, William e Kate criaram a campanha Heads Together para promover o debate sobre a saúde mental. O príncipe ainda citou a quantidade de tempo que as pessoas passam em seus telefones.

"Eu li, recentemente, que as pessoas jovens olham seus celulares cerca de 150 vezes por dia - e tenho certeza que todos nós poderíamos ser mais efetivos e eficientes se usássemos nosso tempo para processar nossos pensamentos em vez de passar de uma coisa para a outra rapidamente", falou Harry.

Acompanhe tudo sobre:Reino UnidoJovensSaúdeFamília real britânica

Mais de Mundo

Itália autoriza prisão de adolescentes de 14 anos em protestos após violência nas ruas

Itamaraty critica falas de Milei sobre suposta fraude no 2º turno das eleições

Sucessão na ONU: na estreia das cédulas do veto, os três favoritos são barrados

Protestos na França impulsionam campanha de Marine Le Pen à presidência