Mundo

EUA: `recall´ de ovos pode ser pior do que se pensava

Agência norte-americana de regulação de alimentos e medicamentos ainda não conhece exatamente a extensão da contaminação

Em meados de agosto, o estado de Iowa já havia pedido a retirada de 380 milhões de ovos do mercado (Karen Bleier/AFP/AFP)

Em meados de agosto, o estado de Iowa já havia pedido a retirada de 380 milhões de ovos do mercado (Karen Bleier/AFP/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de agosto de 2010 às 14h48.

Priorizar nos meus resultados Google

Washington - As autoridades dos Estados Unidos podem ordenar uma retirada massiva de ovos potencialmente contaminados com salmonela, advertiu nesta segunda-feira Margaret Hamburg, diretora do FDA, a agência federal de regulação de alimentos e medicamentos.

"Ainda não estamos de todo seguros da extensão deste alerta para proteger os consumidores", disse Hamburg à rede NBC.

"Ainda não sabemos exatamente como as galinhas e os ovos se contaminaram", indicou, enquanto o FDA invetiga a fonte da explosão de casos de salmonela, bactéria que provoca graves infecções intestinais.

"Na semana passada, precisamos ampliar a retirada (de ovos), mas pode haver novas retiradas", destacou a diretora do FDA.

Um novo "recall" de ovos pode afetar severamente produtores e fornecedores.

Desde meados de agosto, um dos maiores produtores de ovos nos Estados Unidos, o Wright County Egg de Iowa (centro), solicitou a retirada do mercado 380 milhões de ovos, após a detecção de vários casos de salmonelosis.

Na sexta-feira, outro foco foi localizado na fazenda de Hillandale Farms, outro produtor de Iowa, que pediu a retirada de outros 170 milhões de ovos.

Leia mais notícias sobre saúde

Siga as notícias do site EXAME sobre Mundo no Twitter

Acompanhe tudo sobre:TrigoPaíses ricosEstados Unidos (EUA)AlimentosSaúde

Mais de Mundo

Brics na Índia: por que o dólar está no centro da disputa entre os países do bloco

China tem as maiores reservas do mundo de 14 minerais estratégicos

Duas décadas depois do 11 de Setembro, EUA seguem vulneráveis ao terrorismo

Líbano e Arábia Saudita entram no radar da guerra no Irã; entenda