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EUA anunciam início do treinamento contra militantes do EI

Mais de 3.750 combatentes sírios se ofereceram como voluntários para o treinamento e cerca de 400 foram pré-selecionados


	O presidente norte-americano, Barack Obama (D), cumprimenta o rei Abdullah, da Jordânia; o país será o primeiro dos quatro locais que iniciarão os treinamentos
 (Larry Downing/Reuters)

O presidente norte-americano, Barack Obama (D), cumprimenta o rei Abdullah, da Jordânia; o país será o primeiro dos quatro locais que iniciarão os treinamentos (Larry Downing/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 7 de maio de 2015 às 16h56.

Washington - O treinamento para construir uma força de combate contra os militantes do Estado Islâmico irá começar na Jordânia, após dois meses de atraso, disse nesta quinta-feira o Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

A Jordânia será o primeiro dos quatro locais que iniciarão os treinamentos. As outras regiões são Arábia Saudita, Qatar e Turquia. As autoridades turcas esperam que as instruções comecem ainda neste mês.

Mais de 3.750 combatentes sírios se ofereceram como voluntários para o treinamento e cerca de 400 foram pré-selecionados. Autoridades norte-americanas disseram anteriormente que cada classe de treinamento pode ter até 300 participantes.

O Congresso aprovou uma lei que autoriza os militares de armar e treinar os rebeldes sírios, fornecendo US$ 500 milhões para a formação de 5 mil lutadores durante o próximo ano.

Há cerca de 450 forças da coalizão envolvidas no treinamento nos quatro locais. Destas, 350 são americanas.

Os Estados Unidos levaram meses para se certificar de que os combatentes não eram inimigos ou extremistas. De acordo com autoridades do Pentágono, depois de identificar os grupos rebeldes, cada um dos voluntários foi analisado individualmente.

Os combatentes rebeldes terão formação sobre equipamentos militares e de habilidades básicas, incluindo as com armas de fogo, comunicação e de comando.

Os militares dos EUA têm lançado ataques aéreos contra o grupo Estado Islâmico no Iraque desde agosto e ampliou sua campanha para a Síria em setembro. 

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