Cuba limita acesso a Facebook e redes sociais em meio a protestos

Milhares de cubanos participaram de manifestações em Havana e Santiago no domingo para protestar conta a crise econômica de Cuba e a maneira como o país lida com a pandemia

Cuba está restringindo o acesso a redes sociais e plataformas de mensagens, como Facebook, Instagram, WhatsApp e Telegram, desde segunda-feira, disse a NetBlocks, empresa global de monitoramento da internet, nesta terça-feira em meio a protestos contra o governo no país.

Sediada em Londres, a NetBlocks disse em seu site que redes sociais e plataformas de mensagens em Cuba ainda estavam parcialmente paralisadas nesta terça-feira, o que "provavelmente limitará o fluxo de informações de Cuba".

O governo não respondeu de imediato a um pedido de comentário. Tampouco o Telegram e o Facebook Inc, que é proprietário do Instagram e do WhatsApp. A plataforma social Twitter Inc disse que não viu bloqueios em seu serviço.

Milhares de cubanos participaram de manifestações em Havana e Santiago no domingo para protestar conta a crise econômica de Cuba e a maneira como o país lida com a pandemia, e algumas pediram o fim do comunismo.

A chegada da internet móvel dois anos e meio atrás é um dos fatores centrais por trás dos protestos, já que dá aos cubanos uma espécie de plataforma para expressar suas frustrações e permite que se espalhe a notícia rápido quando as pessoas estão nas ruas.

Testemunhas da Reuters na capital disseram nesta terça-feira que ainda estavam sem dados móveis.

Os blecautes da internet móvel aumentaram neste ano. A empresa de monitoramento de rede Kentik disse ter observado o país inteiro ficar desconectado durante menos de 30 minutos perto das 16h de domingo, o auge dos protestos em Havana.

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