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Cameron quer seguir à frente do governo britânico até 2020

'Quero fazer campanha nas próximas eleições, vencê-las e servir (como chefe de governo). Isso é o que quero', disse o premier britânico


	Cameron comentou que espera que haja mudanças na atual relação que o Reino Unido mantém com a União Europeia (UE)
 (Leon Neal/AFP)

Cameron comentou que espera que haja mudanças na atual relação que o Reino Unido mantém com a União Europeia (UE) (Leon Neal/AFP)

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Da Redação

Publicado em 6 de janeiro de 2013 às 08h59.

Londres - O primeiro-ministro do Reino Unido, o conservador David Cameron, declarou que quer continuar à frente do governo até 2020.

'Quero fazer campanha nas próximas eleições, vencê-las e servir (como chefe de governo). Isso é o que quero', disse o premier britânico em entrevista publicada neste domingo pelo jornal dominical 'The Sunday Telegraph'.

Está previsto que tanto Cameron quanto o vice-primeiro-ministro, o líder liberal-democrata Nick Clegg, divulguem amanhã uma análise dos 'progressos' alcançados até o momento pela coalizão desde 2010 e que ambos revelem quais são as prioridades estabelecidas pelo Executivo para o que resta do mandato.

Antecipando os planos da coalizão, o chefe de governo reiterou ao jornal que não pretende ignorar o tema do casamento entre homossexuais, proposta que o Executivo quer legalizar no país antes das próximas eleições gerais, em 2015.

Cameron também ratificou a aposta do governo em realizar cortes nos subsídios para as crianças das famílias mais ricas e disse que manterá compromisso em apostar na ajuda internacional.

A agenda da coalizão, cujos detalhes serão divulgados amanhã, inclui ainda reformas nas políticas governamentais de educação, bem-estar, política externa e transporte.

Em outro ponto da entrevista, Cameron comentou que espera que haja mudanças na atual relação que o Reino Unido mantém com a União Europeia (UE).

'Todo o mundo sabe que o Reino Unido tem que desempenhar um papel na Europa, somos um país comerciante, precisamos chegar a esses mercados, mas não concordamos com a forma com que essa relação funciona atualmente e por isso queremos alterá-la', disse. EFE

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