Mundo

Bessent anuncia reunião em breve com ministro argentino

Ajuda pode chegar a US$ 20 bilhões e será discutida antes das reuniões do FMI e Banco Mundial

AFP
AFP

Agência de notícias

Publicado em 2 de outubro de 2025 às 12h13.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou nesta quinta-feira, 2, que terá uma reunião "nos próximos dias" com o ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo, para detalhar o apoio financeiro que Washington pretende conceder ao país vizinho, em meio às crescentes dificuldades econômicas enfrentadas por Buenos Aires.

Segundo Bessent, o encontro será uma continuidade do diálogo iniciado após a reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente argentino, Javier Milei, realizada em Nova York.

"Espero que nos próximos dias a equipe do ministro Caputo venha a Washington para avançar significativamente em nossas discussões presenciais sobre as opções para oferecer apoio financeiro", afirmou o secretário em mensagem publicada na rede social X.

Ele acrescentou que, em conversas com ministros do G7, ressaltou a importância das políticas econômicas de Milei. "O Tesouro dos EUA está totalmente preparado para fazer o que for necessário, e continuaremos observando de perto os acontecimentos", disse.

Ajuda pode chegar a US$ 20 bilhões

Bessent não informou a data exata do encontro, mas lembrou que o Tesouro já havia sinalizado um pacote de até US$ 20 bilhões para apoiar a Argentina. A expectativa é que as negociações avancem em paralelo às reuniões de outono do FMI e Banco Mundial, que terão início em 13 de outubro, em Washington.

No dia seguinte, Milei deve visitar a Casa Branca, em um gesto que reforça a aproximação entre os dois países.

Acompanhe tudo sobre:Javier MileiArgentinaDonald TrumpEstados Unidos (EUA)

Mais de Mundo

Jornada de 12 horas sem hora extra: entenda a reforma trabalhista de Milei

Paquistão tem 'raves sóbrias' com jovens que bebem café na balada

EUA usaram IA em operação que capturou Nicolás Maduro, diz jornal

Em Munique, Rubio afirma que EUA querem 'uma Europa mais forte'