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Coca-Cola é criticada por proibir palavra gay em site

Site na África do Sul permite a criação de latinhas personalizadas com diversos nomes

Lata da Coca-cola com a palavra homofobia: se o internauta tentar criar uma latinha com a palavra "gay", receberá uma mensagem de erro (Reprodução/YouTube)

Lata da Coca-cola com a palavra homofobia: se o internauta tentar criar uma latinha com a palavra "gay", receberá uma mensagem de erro (Reprodução/YouTube)

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Da Redação

Publicado em 28 de janeiro de 2014 às 10h55.

São Paulo - A Coca-Cola lançou um site na África do Sul que permite a criação de latinhas personalizadas com diversos nomes. Além disso, é possível escrever, por exemplo, as palavras "hétero", "homofóbico", "fascista", entre outras. Já o termo "gay" está, aparentemente, proibido.

Se o internauta tentar criar uma latinha com a palavra "gay", receberá uma mensagem de erro: "Oops. Vamos fingir que você não digitou isso. Por favor, tente outro nome".

Em protesto, internautas estão divulgando latinhas com termos contra a Coca-Cola. "Vergonha olímpica", mostra uma das criações, já que a marca é patrocinadora oficial dos Jogos de Inverno de Sochi, na Rússia. Aliás, o apoio da marca ao evento não é visto com bons olhos por grande parte dos manifestantes.

Até mesmo uma campanha clássica da Coca-Cola - a Hilltop, de 1971 - ganhou uma paródia com militantes sendo repreendidos pela polícia russa.

Até o momento, a marca ainda não se pronunciou.

Vale como alerta para os patrocinadores da Copa no Brasil? Poderemos ter um cenário parecido em junho? Comente.

Visite o site aqui.

Veja a paródia:

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