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As bolsas internacionais iniciaram esta terça-feira, 6 sem uma direção definida, com altas na Europa e quedas nos futuros americanos. Como pano de fundo seguem os resultados corporativos do quarto trimestre. Os balanços de Eli Lilly, UBS e Toyota estão entre os mais aguardados do dia no exterior. Por aqui, investidores deverão repercutir os números do Itaú (TUB4).

O Itaú apresentou um lucro líquido de R$ 9,4 bilhões, 22,6% acima do registrado no mesmo período do ano passado. O banco ainda anunciou que irá distribuir R$ 1,12 por ação em dividendos. A reação ao balanço, dependendo da magnitude, pode definir a direção do Ibovespa no pregão de hoje, dado o peso do Itaú, equivalente a 7,36% do índice.

Investidores ainda estarão atentos às falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no CEO Conference, evento do BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da Exame) realizado nesta terça. O evento terá a cobertura da Exame.

Ata do Copom

No radar dos investidores ainda estará a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em que foi mantido o ritmo de corte de juros em 0,5 ponto percentual para 11,25%. No comunicado da decisão, o Copom havia reforçado que manterá o ritmo de cortes nas próximas reuniões e pontuou que espera uma inflação levemente acima do centro da meta, afastando a possibilidade de cortes mais agressivos.

OPA da Cielo (CIEL3)

A Cielo informou que seus controladores diretos, Bradesco e Banco do Brasil, decidiram realizar uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) para a deslistagem da companhia na bolsa. Após a OPA, a Cielo permanecerá como companhia aberta, mas na categoria B, que permite a emissão de debêntures, mas sem ter ações negociadas em bolsa. O preço oferecido foi de R$ 5,35, cerca de 6% acima da cotação do último fechamento.

Natura (NTCO3) quer spin-off da Avon

O Conselho da Natura autorizou a diretoria a avaliar a separação das operações da Avon em uma companhia independente. O objetivo seria simplificar a estrutura da companhia e, consequentemente, aumentar seu valor de mercado. A Natura concluiu a compra da Avon em 2020, mas tem tido dificuldade para mostrar resultados de sinergias, além de ter elevado seu endividamento para a compra, o que fez a companhia se desfazer de parte de seus ativos, como a Aesop, já vendida para a L'Oreal. As ADRs da companhia sobem 2% no pré-mercado americano, após o anúncio.

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