• AALR3 R$ 20,09 0.15
  • AAPL34 R$ 68,59 -1.87
  • ABCB4 R$ 16,86 1.51
  • ABEV3 R$ 14,13 -0.63
  • AERI3 R$ 3,74 -1.06
  • AESB3 R$ 10,72 0.37
  • AGRO3 R$ 31,13 1.67
  • ALPA4 R$ 21,03 0.43
  • ALSO3 R$ 19,68 1.71
  • ALUP11 R$ 26,52 0.45
  • AMAR3 R$ 2,39 1.70
  • AMBP3 R$ 30,95 -0.77
  • AMER3 R$ 23,07 0.52
  • AMZO34 R$ 67,68 0.00
  • ANIM3 R$ 5,58 0.72
  • ARZZ3 R$ 81,91 0.07
  • ASAI3 R$ 15,37 -0.19
  • AZUL4 R$ 21,21 -0.09
  • B3SA3 R$ 11,66 0.95
  • BBAS3 R$ 35,87 -0.11
  • AALR3 R$ 20,09 0.15
  • AAPL34 R$ 68,59 -1.87
  • ABCB4 R$ 16,86 1.51
  • ABEV3 R$ 14,13 -0.63
  • AERI3 R$ 3,74 -1.06
  • AESB3 R$ 10,72 0.37
  • AGRO3 R$ 31,13 1.67
  • ALPA4 R$ 21,03 0.43
  • ALSO3 R$ 19,68 1.71
  • ALUP11 R$ 26,52 0.45
  • AMAR3 R$ 2,39 1.70
  • AMBP3 R$ 30,95 -0.77
  • AMER3 R$ 23,07 0.52
  • AMZO34 R$ 67,68 0.00
  • ANIM3 R$ 5,58 0.72
  • ARZZ3 R$ 81,91 0.07
  • ASAI3 R$ 15,37 -0.19
  • AZUL4 R$ 21,21 -0.09
  • B3SA3 R$ 11,66 0.95
  • BBAS3 R$ 35,87 -0.11
Abra sua conta no BTG

Nem EUA nem China: conheça o novo país para apostas em tecnologia

Desenvolvimento de empresas de tecnologia na Índia passa por maior acesso à internet de qualidade; país entrou em foco, após repressões chinesas a companhias do setor
 (Getty Images/Jakub Porzycki/NurPhoto via)
(Getty Images/Jakub Porzycki/NurPhoto via)
Por BloombergPublicado em 20/07/2021 07:37 | Última atualização em 20/07/2021 07:37Tempo de Leitura: 3 min de leitura

A semana passada foi um divisor de águas para startups de tecnologia na Índia, quando uma onda recorde de captação de fundos desviou a atenção para o segundo mercado mais populoso do mundo, justo quando investidores começavam a ficar assustados com a repressão às empresas de Internet na China.

O aplicativo de entrega de comida Zomato se tornou o primeiro unicórnio do país a estrear na bolsa ao levantar US$ 1,3 bilhão com o apoio do Morgan Stanley, Tiger Global e Fidelity Investments. A controladora da startup de pagamentos digitais Paytm apresentou um plano de prospecto para o que poderia ser o maior IPO da Índia, de US$ 2,2 bilhões, enquanto a varejista Flipkart Online Services captou US$ 3,6 bilhões com um valuation de US$ 38 bilhões, uma rodada de financiamento recorde para uma startup indiana.

“Os empreendedores indianos vêm construindo startups discretamente há uma década, a infraestrutura de Internet do país melhorou nesse período e há um apetite muito bom por ações de tecnologia em todo o mundo”, disse Hans Tung, sócio-gerente da GGV Capital, com sede no do Vale do Silício, que administra US$ 9,2 bilhões em ativos. “Os investidores estão começando a ver o lado positivo e esperam que a Índia seja uma China.”

A Lenskart, uma varejista online de óculos, também disse na segunda-feira que levantou US$ 220 milhões com investidores, incluindo da Temasek Holdings, de Singapura, e da Falcon Edge Capital. A empresa já havia recebido investimentos anteriormente da KKR e do SoftBank.

Ao contrário da China, onde o uso da Internet é muito mais desenvolvido, muitos dos 625 milhões de usuários da Índia estão apenas começando a entrar no mundo do streaming de vídeo, redes sociais e comércio eletrônico. As oportunidades de compras online são particularmente atraentes, já que o comércio eletrônico representa menos de 3% das transações de varejo. As startups de tecnologia na Índia ainda estão investindo para desenvolver uma cadeia de suprimentos e redes de distribuição.

A população da Índia deve ultrapassar a da China nesta década e o clima agora entre investidores não poderia ser mais diferente sobre as nações vizinhas. A China aumenta o escrutínio de empresas de tecnologia, o que eliminou US$ 800 bilhões em valor de mercado de um pico de fevereiro e encolheu as fortunas de seus empresários mais famosos.

Veja Também

Metaverso: Por onde começar?
Future of Money
Há 3 horas • 6 min de leitura

Metaverso: Por onde começar?