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Ações europeias fecham com queda por preocupações com China

O índice FTSEurofirst 300 fechou com queda de 2,19 por cento, a 1.529 pontos, o menor nível em duas semanas


	Ações: uma leitura melhor que a esperada do índice alemão Ifo de confiança empresarial ajudou a aliviar parcialmente a pressão de vendas generalizadas no começo da sessão
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Ações: uma leitura melhor que a esperada do índice alemão Ifo de confiança empresarial ajudou a aliviar parcialmente a pressão de vendas generalizadas no começo da sessão (thinkstock)

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Da Redação

Publicado em 27 de julho de 2015 às 14h51.

Londres - As ações europeias recuaram para mínimas de duas semanas nesta segunda-feira, registrando o quinto dia consecutivo de perdas, com preocupações acerca das perspectivas de crescimento da China ofuscando alguns resultados corporativos acima das estimativas.

O índice FTSEurofirst 300 fechou com queda de 2,19 por cento, a 1.529 pontos, o menor nível em duas semanas. O índice caiu mais de 5 por cento em uma semana, mas ainda acumula alta de 12 por cento no ano.

Uma leitura melhor que a esperada do índice alemão Ifo de confiança empresarial ajudou a aliviar parcialmente a pressão de vendas generalizadas no começo da sessão.

No entanto, as ações caíram ainda mais na esteira da abertura fraca em Wall Street por receios de que as perspectivas de crescimento da China estejam piorando, após as ações em Xangai sofrerem a pior queda diária em oito anos.

Setores expostos à China --maior consumidor de metais do mundo e um grande mercado de automóveis, bens de luxo, petróleo e bens industriais --foram os mais afetados.

Os setores europeus de automóveis, recursos básicos, energia e bens industriais tiveram perdas entre entre 1,3 por cento e 2,8 por cento.

"A confiança de investidores está se deteriorando devido a sinais de desaceleração na China. Outros sinais como exportações alemãs de automóveis para o país e a produção de energia elétrica da China também estão decepcionando", disse o estrategista do UniCredit Christian Stocker. Em Londres, o índice Financial Times recuou 1,13 por cento, a 6.505 pontos.

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