• BVSP 117.669,90 -0,5%
  • USD 5,6926 +0,0118
  • EUR 6,7616 +0,0000
  • ABEV3 15,43 -0,13%
  • BBAS3 29,27 +0,55%
  • BBDC4 25,25 +0,04%
  • BRFS3 23,91 -1,97%
  • BRKM3 43,57 -0,98%
  • BRML3 9,95 +1,95%
  • BTOW3 62,7 -0,85%
  • CSAN3 89,25 -0,45%
  • ELET3 35,45 -1,50%
  • EMBR3 16,02 -0,37%
  • Petróleo 59,31 +0,00%
  • Ouro 1.744,80 +0,00%
  • Prata 25,55 +0,00%
  • Platina 1.209,30 +0,00%

Dólar sobe com impasse político no Brasil e balança chinesa

Às 9h28, o dólar à vista subia 1,20% aos R$ 3,7960

São Paulo - O dólar à vista rompeu a trajetória de queda dos últimos dias e inicia a primeira sessão da semana com uma valorização em relação ao real nesta terça-feira, 13.

A apreciação da divisa americana no Brasil segue o comportamento observado em relação a moedas de países emergentes e ligados a commodities.

Em parte, as divisas reagem à balança comercial chinesa, que revelou uma queda de 20,4% nas importações em setembro ante agosto. Esse resultado favoreceu a realização de um superávit comercial melhor (US$ 60,3 bilhões) que a expectativa (US$ 47,6 bilhões).

Entre os fatores domésticos a empurrar o dólar para cima está o cenário político mais turvo.

Há expectativa tanto em relação à análise dos pedidos de impeachment, represados na mesa do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), quanto em relação ao possível afastamento do próprio Cunha.

No sábado, 10, líderes dos principais partidos de oposição, entre eles PSDB, DEM, PPS e SD, pediram em nota que o peemedebista se afaste da presidência da Câmara.

Às 9h28, o dólar à vista subia 1,20% aos R$ 3,7960. Na máxima da sessão, chegou a R$ 3,8050. O dólar futuro (contrato para novembro de 2015) sobe com menos ímpeto. No mesmo horário, estava em alta de 0,78% aos R$ 3,8235.

Estados Unidos

Em discurso, o presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, voltou a defender a alta na taxa de juros nos Estados Unidos, em discurso nesta terça-feira.

Ele disse que dirigentes de bancos centrais devem fazer sua política baseada em fatores domésticos. Também argumentou que a inflação fraca nos Estados Unidos deve-se a fatores transitórios e que o indicador irá atingir a meta do BC americano. Bullard não vota nas reuniões de política monetária.

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?


Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?


Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 12,90
  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.
Assine

exame digital + impressa

R$ 29,90/mês
  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa mensal.

  • Frete grátis
Assine

Já é assinante? Entre aqui.