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China traz fôlego à Vale, mas o ano segue pífio às ações

A atividade industrial da China expandiu no ritmo mais rápido em 18 meses em julho; papéis da mineradora estavam entre as maiores altas nesta quinta-feira


	PMI preliminar do HSBC/Markit subiu para 52 em julho contra leitura final de 50,7 em junho
 (Yusuf Ahmad/Reuters/Reuters)

PMI preliminar do HSBC/Markit subiu para 52 em julho contra leitura final de 50,7 em junho (Yusuf Ahmad/Reuters/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 24 de julho de 2014 às 11h12.

São Paulo – Mais uma vez as ações da <strong><a href="https://exame.com.br/topicos/vale">Vale</a></strong> são empurradas na <strong><a href="https://exame.com.br/topicos/bovespa">Bovespa</a></strong> por novos números otimistas da economia chinesa. Os papéis ordinários da mineradora figuravam entre as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira, subindo 1,44%.</p>

A atividade industrial da China expandiu no ritmo mais rápido em 18 meses em julho, com um salto nas novas encomendas, segundo mostra o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) preliminar do HSBC – mais uma indicação de que a economia por lá está acelerando com as medidas do governo.

O PMI preliminar do HSBC/Markit subiu para 52 em julho contra leitura final de 50,7 em junho, superando a expectativa de 51 em pesquisa da Reuters. Trata-se do patamar mais alto desde janeiro de 2013, e acima da marca de 50 que separa crescimento de contração pelo segundo mês seguido.

No acumulado do ano, as ações da Vale (-7,5%) perdem feio para o Ibovespa (+11,8%), após a companhia sofrer nos últimos meses com a diminuição do preço do minério de ferro.

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