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CEO da GE renuncia e ações sobem 15% no pré-mercado

Saída de John Flannery coloca em dúvida planos para reorganizar uma das corporações mais conhecidas da América

Presidente-executivo da General Electric, John Flannery, renunciou abruptamente nesta segunda-feira (David Cerny/Reuters)

Presidente-executivo da General Electric, John Flannery, renunciou abruptamente nesta segunda-feira (David Cerny/Reuters)

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Reuters

Publicado em 1 de outubro de 2018 às 09h46.

O presidente-executivo da General Electric, John Flannery, renunciou abruptamente nesta segunda-feira, pouco mais de um ano depois de assumir o cargo, e a empresa anunciou uma despesa de 23 bilhões de dólares relacionada ao seu negócio de energia em dificuldades.

A saída de Flannery coloca em dúvida planos para reorganizar uma das corporações mais conhecidas da América. Ele havia prometido transformar a GE em uma empresa mais enxuta, cortando empregos e vendendo vários negócios.

As ações da empresa subiram 15 por cento antes do início do pregão. A ação caiu mais de metade desde que Flannery assumiu o cargo em agosto do ano passado.

A saída de Flannery da GE é impulsionada pelo "ritmo lento de mudança" sob sua liderança, informou a CNBC, citando um texto de uma fonte.

Flannery será substituído por H. Lawrence Culp Jr., que teve o apoio unânime do conselho, disse a empresa.

Culp foi incluído no conselho da GE em fevereiro.

O negócio de energia da empresa, atingido por problemas com sua última geração de turbinas a gás, registrou um prejuízo de 10 bilhões de dólares no ano passado.

A companhia disse que ficaria aquém das projeções anteriormente divulgadas para o fluxo de caixa livre e lucro por ação para 2018 devido à fraqueza em seu negócio de energia.

O atual saldo de 'goodwill' da GE Power é de cerca de 23 bilhões de dólares e a taxa de depreciação do 'goodwill' provavelmente constituirá substancialmente todo esse saldo, disse a empresa.

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