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B3: 3 meses após integração nível de problemas é quase zero

Até 2021, a B3 terá somente três datacenters, visto que hoje possui dez por conta da fusão entre BM&FBovespa e Cetip

B3: as ações migraram para a nova clearing em agosto (Arthur Nobre/Divulgação)

B3: as ações migraram para a nova clearing em agosto (Arthur Nobre/Divulgação)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 7 de dezembro de 2017 às 16h09.

São Paulo - Passados três meses da conclusão da integração das clearings da B3, os problemas observados no mercado são praticamente zero, disse o vice-presidente de Operações, Clearings e Depositária da companhia, Cícero Vieira.

As ações migraram para a nova clearing em agosto, três anos depois de os derivativos terem ido para a nova câmara. Com isso, a companhia pode devolver ao mercado, no total, R$ 41 bilhões que estavam depositados em garantia.

O executivo conta que entre a segunda e terceira semanas houve mais problemas, algo que foi entendido pela companhia como esperado. Isso porque, explicou, parte dos participantes do mercado tiveram mais dificuldade, visto que não conseguiram participar de todas as fases de preparação.

Datacenters

Até 2021, a B3 terá somente três datacenters, visto que hoje possui dez por conta da fusão entre BM&FBovespa e Cetip, afirmou o vice-presidente de Tecnologia da B3, Rodrigo Nardoni.

A companhia começará migrando os datacenters que eram da Cetip para São Paulo. Serão mantidos os datacenters em Santana do Parnaíba e na Rua XV de Novembro (sede da empresa), além de um terceiro, que será externo, mas que ainda não foi definido.

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