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Red Teaming IA; por que empresas de tecnologia pagam para atacar a própria inteligência artificial

Prática de segurança ganha espaço entre empresas de tecnologia para testar limites e falhas da inteligência artificial antes do uso real

Red Teaming IA; por que empresas de tecnologia pagam para atacar a própria inteligência artificial (Magnific/Reprodução)

Red Teaming IA; por que empresas de tecnologia pagam para atacar a própria inteligência artificial (Magnific/Reprodução)

Publicado em 19 de agosto de 2026 às 11h07.

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A expansão de uma prática ganhou força entre empresas de tecnologia: o red teaming de inteligência artificial. O método simula ataques reais contra sistemas de IA para descobrir falhas antes que cheguem ao usuário final ou sejam exploradas por criminosos.

O termo vem da segurança da informação tradicional, mas ganhou contornos próprios aplicado a modelos de linguagem e sistemas autônomos. Microsoft, OpenAI e Anthropic já mantêm equipes dedicadas a essa função.

Entender esse processo deixou de ser algo restrito a especialistas em segurança. O Pré-MBA em Inteligência Artificial da Saint Paul e da EXAME, por R$ 37, apresenta em quatro aulas os fundamentos da adoção responsável de IA nas empresas. 

O que é red teaming de inteligência artificial

Red teaming é um teste ofensivo. Uma equipe assume o papel de atacante e tenta quebrar, manipular ou enganar um sistema de IA para revelar fragilidades antes que isso aconteça em produção.

A prática ganhou peso institucional em 2023, quando uma ordem executiva americana sobre IA definiu o termo como um esforço estruturado para encontrar falhas e vulnerabilidades em um sistema de IA, geralmente em ambiente controlado e em colaboração com os desenvolvedores.

Como o teste acontece na prática

O red teaming combina criatividade humana e ferramentas técnicas. Entre as abordagens mais usadas estão:

  • Testes de prompt injection, que induzem o modelo a ignorar suas regras
  • Simulação de jailbreaks, tentativas de driblar filtros de segurança
  • Fuzzing, envio de entradas incomuns para observar reações inesperadas
  • Avaliação de vieses e respostas discriminatórias

A Microsoft testou mais de 100 produtos de IA generativa com sua equipe interna entre 2024 e 2025, concluindo que ataques via prompts e scripts combinados com fuzzing quebram sistemas de IA com mais eficácia do que técnicas de evasão de machine learning.

Por que o tema ganhou urgência

O avanço de agentes de IA capazes de agir sozinhos, como responder e-mails ou operar sistemas internos, ampliou os riscos. Um sistema mal testado pode vazar dados ou ser manipulado por terceiros.

Conhecer os riscos antes de adotar IA no trabalho é uma vantagem competitiva. A Saint Paul com a EXAME preparam profissionais no Pré-MBA em Inteligência Artificial, por R$ 37. Garanta sua vaga!

O NIST, órgão de padrões dos Estados Unidos, publicou em 2025 uma taxonomia atualizada de ataques a sistemas de machine learning para orientar empresas. Laboratórios como a Anthropic concentram esforços de red teaming em riscos elevados, como cibersegurança e comportamento autônomo não previsto, em parceria com institutos de segurança de IA de outros países.

O que profissionais podem fazer com essa informação

Mesmo quem não trabalha com segurança pode aplicar a lógica do red teaming no dia a dia. Antes de adotar uma ferramenta de IA, vale testar seus limites de forma deliberada.

Algumas perguntas ajudam nesse exercício:

  • O sistema responde de forma consistente a pedidos ambíguos
  • É possível induzi-lo a ignorar instruções da empresa
  • Dados sensíveis inseridos no sistema ficam expostos
  • Existe um processo para reportar falhas encontradas

Documentar esses testes cria histórico útil para decisões futuras e ajuda a justificar investimentos em segurança junto à liderança.

Para aprofundar essa análise, o Pré-MBA em Inteligência Artificial da Saint Paul e da EXAME, por R$ 37 reúne conteúdo prático sobre os riscos da tecnologia no ambiente corporativo. Comece hoje!

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