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Menina de 12 anos cria recepcionista com inteligência artificial para pequenas empresas

A jovem empreendedora usou ferramentas de inteligência artificial para criar uma plataforma que automatiza o atendimento telefônico e o agendamento de clientes

Menina de 12 anos cria recepcionista com inteligência artificial para pequenas empresas (Mana Jampala)

Menina de 12 anos cria recepcionista com inteligência artificial para pequenas empresas (Mana Jampala)

Publicado em 8 de julho de 2026 às 16h29.

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Uma situação observada no trabalho do pai inspirou a norte-americana Mana Jampala, de apenas 12 anos, a criar uma solução baseada em inteligência artificial. A jovem desenvolveu a Voxa, uma recepcionista virtual capaz de atender chamadas, agendar compromissos e registrar pedidos, ajudando pequenos negócios a reduzir perdas causadas por ligações não atendidas. 

Segundo a fundadora, a plataforma já processou centenas de chamadas e busca conquistar seus primeiros clientes pagantes. A história foi publicada pelo Business Insider.

Como surgiu a ideia da Voxa

Segundo Jampala, a ideia nasceu quando ela tinha 11 anos e acompanhava a rotina da empresa do pai. Com uma equipe pequena, os funcionários frequentemente deixavam de atender o telefone porque estavam ocupados.

Na avaliação da jovem empreendedora, cada ligação perdida pode representar um cliente que deixa de contratar um serviço ou realizar uma compra. Foi a partir dessa observação que surgiu a proposta de automatizar parte do atendimento.

Como funciona a recepcionista com inteligência artificial

A Voxa atua como uma assistente de voz disponível 24 horas por dia. A plataforma consegue atender chamadas, marcar horários, registrar pedidos em restaurantes, gerenciar ligações perdidas e gerar um resumo de cada conversa para facilitar o acompanhamento pela empresa.

Além da recepcionista virtual, Jampala criou o Voxa Agents, ferramenta que permite construir agentes de IA por meio de comandos em linguagem natural, sem necessidade de programação avançada.

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IA também ajudou no desenvolvimento da startup

Curiosamente, a própria inteligência artificial participou da criação da plataforma. Jampala conta que começou utilizando o ChatGPT para escrever pequenos trechos de código, revisando cada etapa antes de avançar. Posteriormente, passou a usar o Claude, da Anthropic, por considerar a ferramenta mais eficiente para programação.

Segundo ela, desenvolver o software em pequenas partes facilitou a identificação de erros e permitiu construir uma base de código mais confiável ao longo do tempo.

Mesmo com o avanço da tecnologia, conquistar clientes ainda representa um desafio. A fundadora afirma que, nas apresentações presenciais, muitas pessoas demonstravam surpresa ao descobrir sua idade antes mesmo de avaliar o produto. Em contatos online, porém, o foco costumava permanecer na solução oferecida.

O que pequenas empresas podem aprender com esse caso

Ferramentas de inteligência artificial vêm sendo usadas para automatizar tarefas repetitivas, ampliar a disponibilidade do atendimento e reduzir o tempo gasto com atividades operacionais. Em empresas de menor porte, soluções desse tipo podem liberar equipes para atividades que exigem interação humana.

Quem deseja acompanhar essa transformação pode entender também como usar agentes de IA nos negócios, quais profissões estão mudando com a inteligência artificial e como aplicar IA para aumentar a produtividade.

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