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Preço do bitcoin dispara e pode chegar a nova máxima; saiba o que é necessário para isso

Especialista aponta possibilidade de nova máxima histórica para o bitcoin depois de recordes consecutivos de março deste ano

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Repórter do Future of Money

Publicado em 16 de maio de 2024 às 11h06.

Última atualização em 16 de maio de 2024 às 11h10.

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Nesta quinta-feira, 16, o bitcoin dá continuidade ao movimento de alta iniciado na data de ontem, quando atingiu US$ 66 mil. A principal criptomoeda do mercado voltou a subir após a divulgação de dados sobre a inflação nos Estados Unidos. Agora, especialistas especulam sobre a possibilidade de novas máximas históricas.

No momento, o bitcoin é cotado a US$ 66.312, com alta de 3,1% nas últimas 24 horas, de acordo com dados do CoinMarketCap. A maior criptomoeda do mundo apagou as perdas no cenário mensal, que acumula alta de 6,3% nos últimos 30 dias.

João Galhardo, analista de research da Mynt, plataforma de criptoativos do BTG Pactual, já havia apontado à EXAME que uma das razões para a alta recente do bitcoin está nos dados de inflação dos Estados Unidos, que vieram abaixo do esperado. A macroeconomia do país deve continuar impactando o preço do bitcoin, segundo ele.

Em relação ao futuro do bitcoin, ele pode ser de novas máximas históricas no curto prazo. Depois de atingir recordes consecutivos de preço em março parando na casa dos US$ 73.750, o bitcoin pode chegar ultrapassar essa marca antes do esperado.

“O bitcoin tentou romper uma importante resistência no dia de ontem, em US$ 65.500, mas precisa de confirmação. Caso se mantenha acima desse valor hoje, teremos o rompimento confirmado e os alvos para alta serão de US$ 68.800, US$ 70.800 e US$ 74 mil”, disse Fernando Pereira, analista da Bitget.

Criptomoedas hoje

O ether, criptomoeda nativa da rede Ethereum, é cotado a US$ 2.983, com alta de 1,1% nas últimas 24 horas, de acordo com dados do CoinMarketCap.

Se destacam por suas altas SOL e NEAR, que dispararam 8,1% e 7,2%, respectivamente, no mesmo período.

Por outro lado a Toncoin, que vinha em uma escalada de alta nas últimas semanas, agora apresenta queda de 3,4%.

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