Banca Generali investe em fintech e vai oferecer serviços com criptoativos

Um dos maiores bancos privados do país adquiridiu participação de US$ 14 milhões na carteira de criptoativos italiana Conio

Um dos maiores bancos de private banking da Itália, o Banca Generali planeja oferecer serviços com criptoativos a partir de 2021. Segundo anúncio realizado nesta terça-feira (15), o banco investiu 14 milhões de dólares (cerca de 90 milhões de reais) na fintech Conio, que oferece solução de gestão de custódia de criptoativos para instituições financeiras "tradicionais".

Criada em 2015, a Conio afirma ser a primeira carteira de bitcoin italiana e desenvolveu uma tecnologia própria de custódia focada em instituições financeiras como os bancos. No acordo de investimento do Banca Generali, o banco promete começar a oferecer a solução da fintech para seus clientes a partir do ano que vem.

Por enquanto, a solução de custódia do banco oferecerá suporte apenas ao bitcoin, disse Michele Seghizzi, chefe de marketing do Banca Generali, ao CoinDesk, acrescentando que o patrimônio dos clientes do banco varia entre 500 mil e 10 milhões de dólares. “Decidimos focar no principal ativo digital, que compõe a maior parte do mercado, e acertar toda a segurança. Eles [Conio] estão abertos para ampliar o serviço para outros ativos digitais no futuro", disse Seguizzi.

O Banca Generali não é o primeiro banco italiano a anunciar planos ligados ao mercado de criptoativos em 2020. No primeiro semestre, o Banco Sella lançou seu próprio serviço de negociação de bitcoin, permitindo aos seus clientes comprar, vender e armazenar o ativo em sua plataforma Hype.

A solução da Hype, que possui 1,2 milhão de usuários, também foi desenvolvida em parceria com a Conio. "O que estamos fazendo com o Banca Generali é semelhante ao Hype, mas em uma escala muito maior", disse Christian Miccoli, cofundador da wallet.

O Banca Generali é uma subsidiária da Generali Group, maior companhia de seguros da Itália e uma das maiores da Itália. A companhia controla cerca de 625 bilhões de dólares (mais de 3,1 trilhões de reais) em ativos.

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