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6 anos após 'Covid Crash', bitcoin acumula alta de 1.700%

Ainda que tenha despencado quase 50% desde sua máxima histórica de 2025, a maior criptomoeda do mundo ainda acumula alta surpreendente desde o dia em que o mundo parou com a pandemia de Covid-19

 (	Radoxist studio/Getty Images)

( Radoxist studio/Getty Images)

Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 12 de março de 2026 às 15h04.

Última atualização em 13 de março de 2026 às 06h20.

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Nesta quinta-feira, 12, o dia que ficou conhecido como "Covid Crash" completa seis anos. Em 12 de março de 2020, os mercados financeiros eram abalados com a notícia de que o mundo estava em uma pandemia do coronavírus. O bitcoin, classificado como ativo altamente volátil, despencou quase 50% em um dia.

Naquele dia, a primeira e maior criptomoeda do mundo caiu para US$ 4.644, segundo dados da corretora cripto Coinbase. No dia seguinte o ativo aprofundou a queda para US$ 3.858.

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Os valores são muito diferentes das cotações do bitcoin que se vê hoje em dia. Acumulando uma queda de quase 50% desde sua máxima histórica de 2025, a criptomoeda é cotada a aproximadamente US$ 70 mil, uma alta de 1.724% desde a mínima de 13 de março de 2020, patamar de preço para o qual o bitcoin nunca mais voltou em quedas seguintes.

Gráfico mostra a queda do bitcoin no "Covid Crash" em destaque frente a outros movimentos da criptomoeda (TradingView/Reprodução)

"Em um dia como hoje, há 6 anos, o bitcoin viveu uma das maiores quedas da história, despencando mais de 40% no auge do pânico global da pandemia. Na época, parecia o fim”, disse Matheus Parizotto, analista chefe de research da Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual.

"Mas o que veio depois foi o oposto: o bitcoin se recuperou, fez novas máximas históricas e consolidou sua relevância como ativo global. Hoje, mesmo com o preço cerca de 50% abaixo do topo, a lição é a mesma: em cripto, volatilidade faz parte do caminho. E quem tem horizonte longo costuma enxergar essas quedas como oportunidade", acrescentou o especialista.

Parizotto ainda salientou que, em comparação com a máxima histórica, a alta do bitcoin é ainda mais expressiva desde o "Covid Crash", chegando a 3.173%.

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