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Brasil cai uma posição no ranking de inovação global

País é o segundo melhor colocado na América Latina; lista contempla 193 nações

País também se destaca entre as economias de “renda média alta”, sendo o sexto melhor da categoria

País também se destaca entre as economias de “renda média alta”, sendo o sexto melhor da categoria

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Publicado em 29 de outubro de 2026 às 18h32.

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A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) divulgou neste mês seu ranking anual sobre o nível de desenvolvimento e inovação de 139 países no mundo. Entre eles está o Brasil que, neste ano, assumiu a posição de número 53 da tabela.

O relatório, conhecido como Global Innovation Index (GII), avalia a capacidade e o investimento em inovação de cada nação por meio de 79 indicadores. Em 2025 o Brasil ocupou a 52ª colocação.

Na versão mais atualizada do GII, o País se tornou o segundo melhor classificado da América Latina e o sexto maior entre as economias de “renda média alta” — comumente conhecidas como “de segundo mundo”.

A publicação do índice afirma que a evolução das Inteligências Artificiais afetou positivamente o financiamento de capital de risco e de gastos com pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Enquanto em 2025 o aumento no investimento do setor foi de 3,3%, em 2026, a porcentagem subiu para 3,6%.

De acordo com o documento veiculado pela OMPI, o Brasil é a única economia da região que inova acima do esperado para seu nível de desenvolvimento pelo sexto ano consecutivo.

Em toda a América Latina, o Brasil fica atrás apenas do Chile, que ocupa a 51ª colocação do ranking.

Já entre os países de renda média alta, ele está abaixo apenas da Mauritânia (50°), Turquia (45), Tailândia (44), Malásia (34) e China (10).

No topo do ranking, a mudança diante do índice de 2025 é pequena, com alternância apenas entre o sétimo e o oitavo colocado. Sendo assim, em 2026, a ordem é a seguinte:

  1. Suíça (1ª posição em 2025)

  2. Suécia (2)

  3. Estados Unidos da América (3)

  4. República da Coreia (4)

  5. Singapura (5)

  6. Reino Unido (6)

  7. Países Baixos (8)

  8. Finlândia (7)

  9. Dinamarca (9)

  10. China (10)

Os doze últimos colocados fazem parte da África Subsaariana, sendo o menos inovador Chade, que somou apenas 9,5 pontos no índice.

O índice é medido desde 2007 e segue um método de avaliação com base no cálculo desse índice, medido a partir da soma de sete pilares. São eles: a confiança nas instituições de inovação; capital humano e pesquisa; infraestrutura; sofisticação do mercado; sofisticação empresarial; resultados de conhecimento e tecnologia; e resultados criativos.

A publicação levanta, também, as cem cidades consideradas os “maiores polos inovadores do mundo”. Entre elas, há apenas uma cidade brasileira: São Paulo. A capital paulista ficou na 59ª colocação, com destaques para a Universidade de São Paulo (USP) e a Braskem.

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