Economia

Vendas reais dos supermercados no Brasil sobem 2,16%

Vendas reais dos supermercados no Brasil avançaram 2,16 por cento no acumulado de 2014 até novembro


	Supermercado: avanço no acumulado do ano ainda segue distante do observado no mesmo período de 2013
 (Arquivo/Agência Brasil)

Supermercado: avanço no acumulado do ano ainda segue distante do observado no mesmo período de 2013 (Arquivo/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 22 de dezembro de 2014 às 12h46.

São Paulo - As vendas reais dos supermercados no Brasil avançaram 2,16 por cento no acumulado de 2014 até novembro, em resultado que fez a associação que representa o setor, Abras, mostrar certo otimismo em relação ao desempenho alcançado até agora.

Nesta segunda-feira, o presidente do conselho consultivo da Abras, Sussumu Honda, afirmou em nota que "2014 vem se confirmando como um ano de bons resultados para o setor supermercadista, que responde, no Brasil, por cerca de 84 por cento do abastecimento de alimentos, bebidas, itens de limpeza, beleza e afins".

O posicionamento contrasta com previsão feita em agosto de que o setor cresceria 1,9 por cento em 2014, ante projeção anterior de 3 por cento, após um modesto desempenho no primeiro semestre e expectativa frustrada de impulso das vendas com a Copa do Mundo.

Entretanto, o avanço no acumulado do ano ainda segue distante do observado no mesmo período de 2013, quando as vendas reais nos supermercados subiram 5,65 por cento de janeiro a novembro.

No mês de novembro, somente, as vendas reais dos supermercados no país subiram 2,94 por cento ante igual mês do ano passado, com alta de 1,42 por cento sobre outubro.

Cesta

O preço da cesta AbrasMercado, que conta com 35 produtos de amplo consumo pesquisados pela GfK, subiu 2,15 por cento sobre o mês anterior, a 378,23 reais. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento foi de 5,11 por cento.

As maiores altas na comparação com outubro foram da batata (+68,58 por cento), pernil (+5,20 por cento) e carne traseiro (+4,73 por cento). As maiores baixas ocorreram em leite longa vida (-5,91 por cento), ovo (-3,22 por cento) e feijão (-1,82 por cento).

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