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Japão sai da recessão com forte crescimento no 3º trimestre

O Produto Interno Bruto do (PIB) do Japão cresceu 5% entre julho e setembro, com bons resultados da demanda interna (+4,7%) e das exportações (+7%)
Japão registrou resultados negativos do PIB durante ao menos dois trimestres seguidos, o que não acontecia desde 2015 (Reuters/Issei Kato)
Japão registrou resultados negativos do PIB durante ao menos dois trimestres seguidos, o que não acontecia desde 2015 (Reuters/Issei Kato)
Por AFPPublicado em 16/11/2020 07:12 | Última atualização em 16/11/2020 07:29Tempo de Leitura: 3 min de leitura

O Produto Interno Bruto do (PIB) do Japão cresceu 5% entre julho e setembro na comparação com o trimestre anterior, uma recuperação que superou as previsões e que acaba com três trimestres consecutivos de contração.

A terceira maior economia mundial sofreu uma queda histórica no segundo trimestre, e que nesta segunda-feira o governo revisou para baixo, a -8,2% contra 7,9% da estimativa inicial.

A contração começou no quarto trimestre de 2019 (-1,8%), consequência do aumento do IVA, e prosseguiu com uma queda de 0,6% no primeiro trimestre, o que marcou o início da recessão no país, definida por dois resultados negativos do PIB durante ao menos dois trimestres seguidos, o que não acontecia desde 2015.

Os bons resultados da demanda interna (+4,7%), que afundou no segundo trimestre pelo estado de emergência decretado pelas autoridades para frear a pandemia de covid-19, e das exportações (+7%) ajudaram no crescimento do terceiro trimestre.

Porém, os investimentos tanto imobiliários como não residenciais das empresas caíram no terceiro trimestre (-7,9% e -3,4%, respectivamente), enquanto os empresários japoneses continuam pessimistas.

O crescimento do Japão, no entanto, pode voltar a enfrentar dificuldades no quarto trimestres, pois a "demanda vai desacelerar, principalmente por causa da segunda onda de covid-19 no exterior", afirmou o economista Naoya Oshikubo antes da divulgação do resultado do PIB.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê uma contração de 5,3% da economia japonesa para 2020. O país precisará de três anos para recuperar o nível do terceiro trimestre de 2019, de acordo com Yoshimasa Maruyama, da SMBC Nikko Securities.

Para tentar evitar o fracasso da recuperação, o primeiro-ministro Yoshihide Suga pediu na semana passada a seus ministros um novo orçamento adicional destinado a financiar um novo programa de apoio à economia.

O governo nipônico aprovou dos gigantescos planos de recuperação este ano, que incluíram o pagamento de 100.000 ienes (quase 950 dólares) a cada residente do país e ajudas às empresas para financiar o desemprego parcial.

O gasto público também aumentou 2,2% no terceiro trimestre, contribuindo consideravelmente para estimular o crescimento.

O novo plano de recuperação pretende prolongar a campanha de apoio ao setor de turismo.

O recente agravamento da pandemia no Japão, onde foram registrados no fim de semana novos recordes de casos, provoca o temor de mais restrições no país, com o risco de afetar a economia.

A nova onda, no entanto, terá consequências "limitadas", opina Tom Learmouth, da Capital Economics. Em um comunicado, ele destaca que a perspectiva de ter uma vacina contra a covid-19 a partir do primeiro semestre de 2021 contribuirá para o crescimento.

A Bolsa de Tóquio celebrou o aumento do PIB e o índice Nikkei encerrou a sessão de segunda-feira com forte alta de 2,05%, a 25.906,93 pontos.