Economia

IPCA-15 tem alta de 0,57% em setembro

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve alta de 0,57% em setembro e ficou 0,27% acima de agosto. O resultado ficou dentro do esperado pelo mercado, que projetava inflação entre 0,43% e 0,63%. No ano, o IPCA-15 acumula taxa de 8,46% e nos últimos doze meses, 15,12%. De acordo com o Instituto de […]

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Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 11h13.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve alta de 0,57% em setembro e ficou 0,27% acima de agosto. O resultado ficou dentro do esperado pelo mercado, que projetava inflação entre 0,43% e 0,63%. No ano, o IPCA-15 acumula taxa de 8,46% e nos últimos doze meses, 15,12%.

De acordo com o Instituto de Pesquisa e Geografia Estatística (IBGE), produtos como alimentos (que passou de -0,32% para 0,17%), remédios (de -0,21% para 0,15%), gasolina (de -1,23% para 1,88%) e álcool (de -10,33% para 6,43%) reverteram a queda registrada em agosto.

Além disso, algumas regiões tiveram reajustes em suas tarifas públicas. Água e esgoto tiveram variação de 6,29% em setembro, energia elétrica, 1,74% e ônibus urbanos, 0,47%. Sofreram aumento, ainda, remédios e cigarros.

Dos índices regionais, a maior variação do IPCA-15, de 1,47%, ficou com Belém (PA), e a menor, de 0,26%, com Curitiba (PR).

IPCA-E tem retração

O IPCA-E do terceiro trimestre ficou em 0,66%, abaixo em 2,22% do registrado no segundo trimestre do ano. O índice corresponde ao IPCA-15 acumulado no período, ou seja, foram levados em consideração o IPCA-15 de julho (-0,18%), agosto (0,27%) e setembro (0,57%).

O IBGE pesquisou preços no período de 13 de agosto a 12 de setembro e comparou com os preços vigentes de 15 de julho a 12 de agosto.

O IPCA-15 se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. O índice é calculado com a mesma metodologia do IPCA, que tem coleta de preços realizada ao longo do mês civil. A diferença entre os dois índices, de acordo com o IBGE, está no período de coleta dos preços.

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