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Intenção de investir na indústria de materiais cai

A intenção de investimentos das indústrias de materiais de construção atingiu um nível inferior a 50% pela primeira vez desde janeiro de 2010

Consumidor faz compras em loja de materiais de construção (Chris Ratcliffe/Bloomberg)
DR

Da Redação

Publicado em 9 de março de 2015 às 18h20.

São Paulo - A intenção de investimentos das indústrias de materiais de construção atingiu um nível inferior a 50% pela primeira vez desde janeiro de 2010.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), em fevereiro, apenas 47% de seus associados informaram que pretendem investir neste ano, ante 56% do mês anterior.

Entre os grupos que participaram do estudo, 50% se consideraram pessimistas em relação às ações do governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses, resultado que representa uma alta de 11 pontos porcentuais na comparação com mês anterior.

De acordo com a sondagem, por outro lado, 11% dos entrevistados se mostraram otimistas, ante 6% de janeiro.

Entre os pesquisados, 29% afirmaram ter registrado um volume de vendas ruim ou muito ruim em fevereiro, 61% consideraram seus números regulares e 11% avaliaram o mês como bom.

Na projeção para março, 14% dos associados disseram acreditar em um mês ruim para o setor, 61% esperam vendas regulares e 25% preveem um bom período.

Segundo Walter Cover, presidente da Abramat, "a recuperação do setor exige a adoção urgente de medidas em favor da competitividade e de estímulo ao investimento".

Ele destaca que "a indústria também espera um avanço no Minha Casa Minha Vida e nas concessões, bem como uma flexibilização na recente proposta de mudança na desoneração da folha".

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Entre os grupos que participaram do estudo, 50% se consideraram pessimistas em relação às ações do governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses, resultado que representa uma alta de 11 pontos porcentuais na comparação com mês anterior.

De acordo com a sondagem, por outro lado, 11% dos entrevistados se mostraram otimistas, ante 6% de janeiro.

Entre os pesquisados, 29% afirmaram ter registrado um volume de vendas ruim ou muito ruim em fevereiro, 61% consideraram seus números regulares e 11% avaliaram o mês como bom.

Na projeção para março, 14% dos associados disseram acreditar em um mês ruim para o setor, 61% esperam vendas regulares e 25% preveem um bom período.

Segundo Walter Cover, presidente da Abramat, "a recuperação do setor exige a adoção urgente de medidas em favor da competitividade e de estímulo ao investimento".

Ele destaca que "a indústria também espera um avanço no Minha Casa Minha Vida e nas concessões, bem como uma flexibilização na recente proposta de mudança na desoneração da folha".

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