Economia

Inflação na Argentina chega a 31,2% em 12 meses

No ano passado, os preços ao consumidor tiveram um aumento de 24,8%, muito acima da meta de 15% revista pelo governo, que tinha objetivo inicial de 10%

Inflação argentina: alta dos preços dos bens de consumo foi de 3,7% (Agustin Marcarian/Reuters)

Inflação argentina: alta dos preços dos bens de consumo foi de 3,7% (Agustin Marcarian/Reuters)

E

EFE

Publicado em 15 de agosto de 2018 às 19h55.

Buenos Aires - A Argentina registrou inflação de 31,2% no período de 12 meses de julho do ano passado ao deste ano, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos do país (Indec).

No mês passado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve alta de 3,1% em relação a junho, quando a taxa anualizada, que engloba os últimos 12 meses, foi de 29,5%. Já a soma dos primeiros sete meses deste ano, o aumento foi de 19,2%.

Em julho, a alta dos preços dos bens de consumo foi de 3,7%, e a dos serviços, de 2,1%. Transporte, com 5,2%, lazer e cultura, com 5,1%, e itens para o lar, com 4,2%, sofreram os maiores aumentos.

No ano passado, os preços ao consumidor tiveram um aumento de 24,8%, muito acima da meta de 15% revista pelo governo, que tinha objetivo inicial de 10%.

Acompanhe tudo sobre:InflaçãoArgentina

Mais de Economia

Fórum Econômico Mundial pode deixar Davos após mais de 50 anos

Faltam trabalhadores ou sobram vagas? O que explica o paradoxo do emprego no Brasil

Faturamento na indústria cresce, mas emprego cai pelo 3º mês seguido

Fico feliz de ser lembrado pela taxação de bets e offshores, diz Haddad