Economia

Inflação é o que mais preocupa investidores, diz jornal

No Brasil, 60% dos investidores consultados demonstraram preocupação com a inflação


	Além da inflação, outras questões preocupantes para os investidores incluem erro na tomada de decisões
 (Stock.xchng)

Além da inflação, outras questões preocupantes para os investidores incluem erro na tomada de decisões (Stock.xchng)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de abril de 2014 às 17h21.

São Paulo - A inflação é a principal preocupação dos investidores no mundo, principalmente no Brasil e na China, segundo estudo global da gestora de recursos americana Legg Mason publicada pelo jornal britânico Financial Times em sua página na internet. O aumento dos preços foi, na opinião de quase a metade dos 4.320 entrevistados, a principal ameaça para o progresso dos seus investimentos, ocupando o posto de "maior medo" da enquete.

No Brasil, 60% dos investidores consultados demonstraram preocupação com a inflação, seguido por 58% no México, 56% na China, 53% em Cingapura e 51% em Taiwan. Na outra ponta, os menos preocupados estavam na França (11%), Suécia (14%) e Suíça (18%).

"Embora haja uma série de ameaças por aí, é claro que a inflação, especialmente para investidores da América Latina e da Ásia, é a maior preocupação", disse Matt Schiffman, diretor de marketing global da Legg Mason, segundo o Financial Times.

Além da inflação, outras questões preocupantes para os investidores incluem erro na tomada de decisões, para 37% dos entrevistados, aumento da carga tributária, para 31%, o baixo crescimento global, para 30%, juros baixos, para 29%, e redução de estímulo econômico nos Estados Unidos, para 24%.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosAmérica LatinaÁsiaEuropaFrançaDados de BrasilChinaInflaçãoSuéciaMéxicoCarga tributária

Mais de Economia

Boletim Focus: mercado reduz projeção do IPCA para 2026 pela 5ª vez consecutiva

Após ata, aposta por corte de 0,5 ponto na Selic em março ganha força

Carlos Antonio Rocca, fundador do Cemec-Fipe, morre aos 85 anos

R$ 88 bi do PIB e 640 mil empregos: os impactos do fim da escala 6x1