Economia

Fed reduz crescimento dos EUA em 2014 para entre 2% e 2,2%

BC americano melhorou ligeiramente sua previsão da taxa de desemprego, para entre 5,9% e 6% em 2014 e entre 5,4% e 5,6% para 2015


	Fed considerou que a atividade econômica atual está crescendo a um "ritmo moderado"
 (REUTERS/Lucy Nicholson/Reuters)

Fed considerou que a atividade econômica atual está crescendo a um "ritmo moderado" (REUTERS/Lucy Nicholson/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de setembro de 2014 às 16h50.

Washington - O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) reduziu novamente nesta quarta-feira as perspectivas de crescimento para este ano, para entre 2% e 2,2%, e para 2015, para entre 2,6% e 3%.

Além disso, o Fed melhorou ligeiramente sua previsão da taxa de desemprego, para entre 5,9% e 6% em 2014 e entre 5,4% e 5,6% para 2015.

Em suas estimativas anteriores, divulgadas em junho, as previsões de crescimento da atividade econômica eram de entre 2,1% e 2,3% para 2014, e de entre 3% e 3,2% para 2015; enquanto situava o desemprego entre 6% e 6,1% para o fechamento deste ano, e de entre 5,4% e 5,7% para o seguinte.

O Fed considerou que a atividade econômica atual está crescendo a um "ritmo moderado".

Em relação à inflação, o banco central prevê que fique entre 1,5% e 1,7% em 2014, abaixo da meta de 2%, e contempla um leve aumento de entre 1,6% e 1,9% para 2015.

Sobre as previsões para os próximos três anos, o Fed assume que a economia dos EUA não terá um crescimento anual superior a 3%, abaixo do ritmo histórico da maior economia do mundo.

O desemprego, por sua vez, continuará em seu ritmo de queda gradual, mas não será inferior a 5% antes de 2017.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEstados Unidos (EUA)Mercado financeiroDesenvolvimento econômicoCrescimento econômicoFed – Federal Reserve System

Mais de Economia

Aneel projeta alta média de 8% nas contas de luz em 2026, acima da inflação

Diesel supera US$ 5 nos EUA e atinge maior preço em 4 anos com guerra no Irã

Corte na Selic: com guerra, mercado se divide sobre queda dos juros

Dólar deve se aproximar de R$ 4,90, diz economista-chefe do Banco Pine