Economia

Expansão do emprego nos EUA é mais lenta do que se esperava

As empresas americanas contrataram bem menos em fevereiro do que esperavam, provocando dúvidas sobre a recuperação do mercado de trabalho nos Estados Unidos. A taxa de desemprego no Estados Unidos manteve-se em 5,6% em fevereiro com a contratação de 21 mil trabalhadores urbanos (a pesquisa não conta os trabalhadores no meio rurral). Em janeiro, o […]

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Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 11h21.

As empresas americanas contrataram bem menos em fevereiro do que esperavam, provocando dúvidas sobre a recuperação do mercado de trabalho nos Estados Unidos. A taxa de desemprego no Estados Unidos manteve-se em 5,6% em fevereiro com a contratação de 21 mil trabalhadores urbanos (a pesquisa não conta os trabalhadores no meio rurral). Em janeiro, o número de postos de trabalho abertos foi de 97 mil trabalhadores no mês. Os economistas esperavam que a folha de pagamentos crescesse em 125 mil vagas.

Segundo noticiou The Wall Street Journal, a criação de empregos continua surpreendentemente anêmica dada a força da atividade econômica. "Isto sugere que a produtividade continua crescendo solidamente", afirmou Steven Wood, economista-chefe da Insight Economics.

O setor da construção civil sofreu um corte de 24 mil empregos; a indústria de transformação, de 3 mil, e a indústria do entrenimento, 9 mil. Os setores que mais admitiram foram o de serviços, que contratou 46 mil trabalhadores.

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, que aumentou 4,3% em 2003, pode crescer 5% em 2004, segundo a expectativa de muitos analistas. Para que isso ocorra, as empresas precisam começar a contratar em um patamar de 200 mil profissionais por mês, a fim de recolocar os 2,3 milhões de pessoas que perderam o emprego desde 2001 e que entraram no mercado de trabalho nesses últimos anos.

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