Clube de emergentes com dívida de alto risco ganha dois membros

Desde 20 de março, Ucrânia, Sri Lanka e Mongólia deixaram o grupo, mas Etiópia e El Salvador entraram

A recuperação de ativos de mercados emergentes não conseguiu trazer muito alívio aos governos sob risco de default.

O número de países em desenvolvimento com títulos em dólar negociados em níveis de distressed ficou praticamente estável neste mês. Desde 20 de março, Ucrânia, Sri Lanka e Mongólia deixaram o grupo - mais ou menos o período em que ativos dos países em desenvolvimento estavam em baixa -, mas Etiópia e El Salvador entraram.

O número persistentemente alto de devedores de alto risco destaca como emissores de mercados emergentes se dividem cada vez mais entre os que têm e os que não têm. Países com grau de investimento, como Catar, México e Indonésia, venderam títulos nas últimas semanas em meio à recuperação dos mercados emergentes. Com isso, abril foi um mês recorde para a emissão de eurobonds.

Dezoito países têm rendimentos de títulos em dólar acima de 1.000 pontos-base em relação aos títulos do Tesouro dos EUA - um limite para que títulos entrem em terreno distressed. Esses países incluem Venezuela, Argentina e Líbano, que já estavam em default ou em negociações de reestruturação com investidores antes do início da pandemia de Covid-19.

Os eurobonds de ao menos 15 países estão em terreno "distressed" Os eurobonds de ao menos 15 países estão em terreno "distressed"

Os eurobonds de ao menos 15 países estão em terreno "distressed" (Divulgação/Bloomberg)

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