Economia

Cássio Casseb pede demissão do Banco do Brasil

O ministro da Fazenda, Antônio Palocci, confirmou nesta terça-feira (16/11) a saída de Cássio Casseb da presidência do Banco do Brasil (BB). Em seu lugar fica interinamente Rossano Maranhão Pinto, presidente do Conselho do BB e vice-presidente da área internacional e de atacado do banco. Palocci afirmou que Casseb havia solicitado há um mês sua demissão. No […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 11h24.

Priorizar nos meus resultados Google

O ministro da Fazenda, Antônio Palocci, confirmou nesta terça-feira (16/11) a saída de Cássio Casseb da presidência do Banco do Brasil (BB). Em seu lugar fica interinamente Rossano Maranhão Pinto, presidente do Conselho do BB e vice-presidente da área internacional e de atacado do banco.

Palocci afirmou que Casseb havia solicitado há um mês sua demissão. No cargo desde janeiro de 2003, o ex-presidente da Credicard, segundo o ministro, havia manifestado o desejo de ficar entre um ano e meio e dois anos no comando do maior banco do país. Palocci disse ainda que não sofreu nenhum tipo de pressão, nem pedido político ou partidário, para a substituição de Casseb. "Estou cercando o Cássio de todas as maneiras para que ele continue ocupando funções no governo", afirmou o ministro.

Em sua edição de hoje, o jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem afirmando que Casseb contratou serviços de consultoria sem licitação. O jornal diz que o BB empregou os consultores Boanerges Ramos Freire, James Rubio e Joaquim Xavier da Silveira por salários de até 820 mil reais por ano, para cada um. A remuneração mínima foi fixada em 540 mil.Ambos trabalharam com Casseb na Credicard.

Em menos de dois anos na presidência do BB, Casseb se envolveu em algumas crises. Numa delas, foi acusado de patrocinar um evento cultural em Brasília que serviria para arrecadar fundos para o PT. O executivo também foi citado na CPI do Banestado, acusado de manter dinheiro ilegal no exterior.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Economia

Empresas do Simples estão na reta final de escolha da reforma tributária — e o mercado pode punir

Passagens aéreas ficam 14,5% mais caras em um ano; veja valores

PIB do Brasil deve crescer 2% em 2026, prevê OCDE; veja os números

Ata do Copom não descarta novos cortes da Selic mas cita 'aumento de incerteza'