Economia

Brasil produziu 8,3 mi de toneladas de aço no 1º tri

Segundo IABr, produção atingiu uma alta de 1,5% em relação ao mesmo período de 2013


	Produção de aço: estaque foi a produção de laminados longos, que apresentou crescimento de 7,9% no período
 (Getty Images)

Produção de aço: estaque foi a produção de laminados longos, que apresentou crescimento de 7,9% no período (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de abril de 2014 às 11h13.

Rio - A produção brasileira de aço bruto atingiu 8,3 milhões de toneladas no primeiro trimestre do ano, alta de 1,5% em relação ao mesmo período de 2013, informou o Instituto Aço Brasil (IABr), nesta segunda-feira, 28. O destaque foi a produção de laminados longos, que apresentou crescimento de 7,9% no período, devido principalmente à retomada do setor de construção civil predial.

De acordo com o instituto, caso a construção industrializada fosse mais disseminada no Brasil, o consumo de aço seria ainda maior nas edificações. Já a produção de laminados planos teve queda de 2,4% de janeiro a março, tendo sido impactada, sobretudo pela queda das exportações, que se reduziram em 27,3%.

Foi divulgado ainda que as vendas internas de produtos siderúrgicos totalizaram 5,5 milhões de toneladas no acumulado de 2014, crescimento de 1,8% na comparação com os três primeiros meses de 2013.

Já o consumo aparente de produtos siderúrgicos chegou a 6,3 milhões de toneladas, aumento de 2,5% no período de janeiro a março frente aos três primeiros meses do ano passado. Houve destaque para os produtos planos, com alta de 4,6%. No entanto, a alta foi impactada principalmente pela elevação de 22,9% das importações de planos, "uma vez que as vendas destes produtos apresentaram modesto crescimento de 2,3% no mesmo período", diz o instituto em nota.

Acompanhe tudo sobre:SiderurgiaIndústriaaco

Mais de Economia

Boletim Focus: mercado reduz projeção do IPCA para 2026 pela 5ª vez consecutiva

Após ata, aposta por corte de 0,5 ponto na Selic em março ganha força

Carlos Antonio Rocca, fundador do Cemec-Fipe, morre aos 85 anos

R$ 88 bi do PIB e 640 mil empregos: os impactos do fim da escala 6x1