Economia

Bernanke defende que China tenha câmbio mais flexível

Washington - O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Ben Bernanke, juntou-se ao governo do presidente Barack Obama no pedido para que a China deixe sua moeda se tornar mais flexível. Segundo ele, isso poderia ajudar a economia chinesa a evitar um superaquecimento. "Nós gostaríamos de ver mais flexibilidade na […]

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h42.

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Washington - O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Ben Bernanke, juntou-se ao governo do presidente Barack Obama no pedido para que a China deixe sua moeda se tornar mais flexível. Segundo ele, isso poderia ajudar a economia chinesa a evitar um superaquecimento. "Nós gostaríamos de ver mais flexibilidade na taxa de câmbio deles como parte de um processo para reduzir os riscos de superaquecimento", ressaltou hoje o presidente do Fed ao Comitê Bancário do Senado.

Embora seja importante para a China alcançar uma taxa de crescimento equilibrada e evitar uma expansão maior do crédito, Bernanke disse que não está "particularmente preocupado" com um superaquecimento agora.

Quando questionado sobre a possibilidade de os EUA enfrentarem problemas similares aos da Grécia, se seus déficits continuarem a crescer, o presidente do Fed afirmou que a situação do país é diferente, tendo em vista o tamanho e o tipo da economia, bem como o fato de os EUA terem sua moeda própria.

Em resposta a uma pergunta do senador democrata Evan Bayh sobre qual seria o pior patamar para a relação entre dívida pública e Produto Interno Bruto (dívida/PIB), Bernanke disse que o caminho na direção de uma proporção de 100% seria "muito indesejável". As informações são da Dow Jones.

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