Economia

Alimentação foi o que mais contribuiu para IPC-S

Neste grupo de despesa, a FGV mencionou o comportamento do item frutas (de -7,40% para -3,09%)


	IPC: ee forma isolada, um dos itens com as maiores influências positivas foi leite tipo longa vida
 (thinkstock)

IPC: ee forma isolada, um dos itens com as maiores influências positivas foi leite tipo longa vida (thinkstock)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de agosto de 2016 às 09h07.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O grupo Alimentação, que acelerou de 0,39% na quarta quadrissemana de julho para 0,72% na primeira leitura de agosto, foi o que mais contribuiu para a variação mais expressiva do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), divulgado nesta segunda-feira, 8, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Neste grupo de despesa, a FGV mencionou o comportamento do item frutas (de -7,40% para -3,09%). O indicador geral subiu 0,09 ponto porcentual, de 0,37% para 0,46% entre os dois períodos.

Dentre as outras cinco classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens show musical (4,76% para 9,49%) em Educação, Leitura e Recreação; roupas (-0,01% para 0,19%), em Vestuário; gasolina (0,22% para 0,59%), em Transportes; artigos de higiene e cuidado pessoal (2,14% para 2,38%), em Saúde e Cuidados Pessoais; e mensalidade para internet (0,88% para 1,11%), em Comunicação.

De forma isolada, os itens com as maiores influências positivas foram leite tipo longa vida (apesar de a taxa ter caído de 15,33% para 13,60%), show musical (4,76% para 9,49%), plano e seguro de saúde (que manteve a mesma taxa de 1,05%), refeições em bares e restaurantes (0,36% para 0,59%) e perfume (3,33% para 3,59%).

Já os cinco itens com as maiores influências negativas foram batata-inglesa (-19,96% para -20,30), tarifa de eletricidade residencial (-1,88% para -1,85%), cebola (apesar de a deflação ter recuado de -32,53% para -28,72%), tomate (-4,53% para -10,36%) e manga (a despeito de a taxa negativa ter passado de -30,06% para -26,66%).

Acompanhe tudo sobre:EmpresasTrigoAlimentaçãoSaúde e boa formaEstatísticasInflaçãoIndicadores econômicosFGV - Fundação Getúlio VargasFrutasIPC

Mais de Economia

Ata do Copom não descarta novos cortes da Selic mas cita 'aumento de incerteza'

BC mantém espaço para novo corte da Selic após eleições, dizem economistas

Com Selic a 13,75% ao ano, Brasil segue com o maior juro real do mundo

BC corta a Selic pela 5ª vez seguida e taxa de juros no Brasil cai para 13,75%