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A Alpargatas venceu pela primeira vez em MELHORES E MAIORES em 1975. Naquele momento a empresa já era uma das maiores calçadistas do país e estava sob controle de um grupo argentino. É da Argentina a origem de seu fundador, Robert Fraser, que em 1907 criou a então Fábrica Brasileira de Alpargatas.

De lá para cá a companhia venceu oito vezes em sua categoria o prêmio MELHORES E MAIORES, da EXAME. No setor têxtil, está empatada com Beira Rio e Têxteis Elizabeth, antigo nome da Vicunha, como as maiores campeãs históricas . A última conquista da Alpargatas foi em 2007, quando seu principal produto, a sandália de dedos Havaianas, já era hype na Europa e nos Estados Unidos – além do Brasil, claro.

Enquanto a sandália que não soltava as tiras, como dizia uma famosa campanha publicitária, ganhava popularidade, a empresa foi mudando de controlador. Em 1982 o grupo Camargo Corrêa passou a ser o maior acionista da companhia. Em 2015, a Alpargatas foi vendida ao conglomerado J&F Investimentos, dona da companhia de alimentos JBS.

Até que em 2017 as empresas Cambuhy Investimentos e Brasil Warrant (de propriedade da família Moreira Salles) e a holding Itaúsa fecharam a compra da Alpargatas, configuração que se mantém até hoje.

Havaianas é o símbolo da empresa

“Acho que a razão de termos sido lembrados ao longo dos anos é que somos uma empresa centenária, sólida com um histórico de conexão com a sociedade”, diz Ana Bogus, presidente da Havaianas Brasil. “Fomos, por exemplo, uma das primeiras empresas a contratar mulheres na linha de produção e a oferecer benefícios sociais antes da lei trabalhista, nas décadas de 1930 e 1940.”

Bogus lembra também que a Alpargatas foi uma das primeiras empresas a abrir capital e a atuação do Instituto Alpargatas, que já beneficiou mais de 2 milhões de crianças, jovens e adultos com programas de educação e esporte. Mas admite que o grande reconhecimento da companhia é pelo seu principal produto.

“A Havaianas é o principal símbolo da empresa há mais de 60 anos, então essa conexão já acontece de forma espontânea no Brasil e no mundo. A citação “Alpargatas, dona da Havaianas,...” é quase natural entre clientes, imprensa, mercado e demais stakeholders”, diz a executiva.

Segundo ela, trata-se de uma marca democrática, usada por várias classes sociais e em diversas ocasiões de uso. “Nossas pesquisas apontam que 54% dos brasileiros são ‘havalovers’. Isso significa que mais da metade das pessoas do nosso país tem uma relação emocional com a marca e estão dispostas a conhecer novos produtos e categorias”, afirma.

É no democrático chinelo que a empresa aposta para o futuro. “A Havaianas é uma marca muito forte e tem potencial de crescimento contínuo. Estamos em busca de construir os próximos 100 anos de sucesso da Alpargatas.”

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