• AALR3 R$ 20,21 -0.44
  • AAPL34 R$ 67,90 0.80
  • ABCB4 R$ 16,65 0.00
  • ABEV3 R$ 14,06 -0.50
  • AERI3 R$ 3,58 -0.83
  • AESB3 R$ 10,81 1.79
  • AGRO3 R$ 31,17 0.19
  • ALPA4 R$ 21,35 2.50
  • ALSO3 R$ 19,01 0.00
  • ALUP11 R$ 27,16 -0.55
  • AMAR3 R$ 2,55 6.25
  • AMBP3 R$ 31,05 2.48
  • AMER3 R$ 21,99 -3.89
  • AMZO34 R$ 65,71 3.04
  • ANIM3 R$ 5,50 2.61
  • ARZZ3 R$ 79,57 -0.29
  • ASAI3 R$ 15,66 -1.51
  • AZUL4 R$ 20,14 -2.66
  • B3SA3 R$ 11,91 -0.92
  • BBAS3 R$ 37,47 -0.87
  • AALR3 R$ 20,21 -0.44
  • AAPL34 R$ 67,90 0.80
  • ABCB4 R$ 16,65 0.00
  • ABEV3 R$ 14,06 -0.50
  • AERI3 R$ 3,58 -0.83
  • AESB3 R$ 10,81 1.79
  • AGRO3 R$ 31,17 0.19
  • ALPA4 R$ 21,35 2.50
  • ALSO3 R$ 19,01 0.00
  • ALUP11 R$ 27,16 -0.55
  • AMAR3 R$ 2,55 6.25
  • AMBP3 R$ 31,05 2.48
  • AMER3 R$ 21,99 -3.89
  • AMZO34 R$ 65,71 3.04
  • ANIM3 R$ 5,50 2.61
  • ARZZ3 R$ 79,57 -0.29
  • ASAI3 R$ 15,66 -1.51
  • AZUL4 R$ 20,14 -2.66
  • B3SA3 R$ 11,91 -0.92
  • BBAS3 R$ 37,47 -0.87
Abra sua conta no BTG

Helena Rizzo é a melhor chef mulher do mundo

Prêmio Veuve Clicquot é uma categoria especial do World’s 50 Best, da revista britânica Restaurant

	Helena Rizzo, chef do Maní: premiadíssimo no Brasil, restaurante comanda ao lado do marido, o chef espanhol Daniel Redondo, entrou para a lista dos 50 melhores do mundo em abril do ano passado
 (Ricardo Correa)
Helena Rizzo, chef do Maní: premiadíssimo no Brasil, restaurante comanda ao lado do marido, o chef espanhol Daniel Redondo, entrou para a lista dos 50 melhores do mundo em abril do ano passado (Ricardo Correa)
Por Patrícia FerrazPublicado em 26/03/2014 09:36 | Última atualização em 26/03/2014 09:36Tempo de Leitura: 3 min de leitura

São Paulo - Helena Rizzo, do Maní, foi eleita a melhor chef mulher de 2014. O prêmio Veuve Clicquot é uma categoria especial do World’s 50 Best, da revista britânica Restaurant, que todo ano elege os 50 melhores restaurantes do mundo. A lista completa de vencedores será anunciada em Londres, no dia 28 de abril.

Premiadíssimo no Brasil (o Maní é a casa com mais vitórias no Prêmio Paladar, entre outros títulos), o restaurante que Helena Rizzo comanda ao lado do marido, o chef espanhol Daniel Redondo, entrou para a lista dos 50 melhores do mundo em abril do ano passado, na 46ª posição. Em setembro, foi eleito o 5º melhor da América Latina. As apostas agora são de que o Maní deve subir algumas posições no ranking.

"Eu não sou a melhor cozinheira do mundo, é obvio, mas esse prêmio é um reconhecimento do trabalho que a gente faz", disse a chef. "O prêmio não é meu, sem falsa modéstia, é de toda a equipe do Maní - e muito do Dani." A homenagem ao marido não é por acaso, Helena e Daniel criam pratos, testam ingredientes, fazem de tudo juntos no Maní - só não ficam ao mesmo tempo na cozinha, o que faziam apenas no início. O restaurante nasceu de um sonho do casal, que se conheceu no El Celler de Can Roca, em Girona, na Espanha - atualmente, o número 1 do ranking 50 Best.

A gaúcha havia trocado a carreira de modelo pela de cozinheira e tinha passado por restaurantes na Europa. Estagiou em diversas cozinhas na Itália e na França e acabou parando na casa dos irmãos Roca, onde Daniel trabalhava havia 15 anos. Voltou ao Brasil casada com ele e com planos de abrir o restaurante. O casal inaugurou o Maní em 2006, com a atriz Fernanda Lima entre os sócios.

Aos 36 anos, a gaúcha Helena Rizzo está em grande forma. Sua cozinha é criativa, técnica e reflete uma capacidade ímpar de combinar sabor, frescor e beleza. O menu do Maní é composto de pratos leves, surpreendentes, que podem ser pedidos à la carte ou em forma de degustação (o menu de oito tempos custa R$ 340 por pessoa sem vinhos e R$ 480 com harmonização de vinhos).

"A habilidade de conciliar tradição e técnicas contemporâneas é parte talento e parte experiência", destaca o texto que anuncia a vitória da brasileira. Helena venceu a quarta edição do prêmio - e é a única eleita até agora, que não tem a cozinha classificada com a cotação máxima de três-estrelas do célebre guia francês Michelin. (O guia não é editado no Brasil).

Este prêmio foi criado em 2011, uma categoria especial, e já consagrou a francesa Anne-Sophie-Pic (restaurante Pic), a italiana Nadia Santini (Dal Pescatore) e a espanhola Elena Arzak (Arzak). "Embora no Brasil não exista esse negócio de discriminação da mulher na cozinha - pelo menos no meu tempo, nunca senti - acho que esse prêmio é bom porque valoriza a cozinha brasileira, a gastronomia nacional", disse a chef.

Veja Também

Nossos múltiplos olhares sobre 2022
Revista Exame
Há 6 dias • 3 min de leitura

Nossos múltiplos olhares sobre 2022

Comida para frio: 6 restaurantes para aproveitar o clima
Casual
Há uma semana • 5 min de leitura

Comida para frio: 6 restaurantes para aproveitar o clima

Colombiana é escolhida Melhor Chef Feminina do Mundo 2022
Casual
Há uma semana • 2 min de leitura

Colombiana é escolhida Melhor Chef Feminina do Mundo 2022