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Redação Exame
Publicado em 11 de março de 2026 às 13h22.
Última atualização em 11 de março de 2026 às 13h24.
Muitas pessoas acreditam que ganhar dinheiro online requer uma grande base de seguidores ou se tornar um influencer. No entanto, a história de Megan Spencer desafia essa ideia.
Em um ano, ela conseguiu pagar US$ 60.000 em dívidas usando side hustles, sem precisar de uma presença digital massiva ou viral. A chave para seu sucesso foi adotar uma abordagem discreta e focada em habilidades, em vez de seguir as regras tradicionais de "crescer sua audiência".
Neste artigo, Megan compartilha sua experiência, revelando como o freelancing e a criação de conteúdo para marcas de tecnologia permitiram que ela gerasse uma renda significativa, sem a pressão de se expor nas redes sociais. Se você está buscando aumentar sua renda ou pagar dívidas, essas estratégias podem ser justamente o que você precisa.
O problema de Megan não foi causado por um único erro financeiro, mas por um acúmulo de decisões do dia a dia, como dívidas de cartão de crédito e custos familiares.
Quando seu saldo chegou a US$ 60.000, ela percebeu que mudanças drásticas eram necessárias. Contudo, ao invés de seguir métodos convencionais, ela procurou maneiras de aumentar a renda de forma flexível, sem voltar a estudar ou trabalhar em empregos externos.
A primeira fase de sua jornada foi através do freelancing, oferecendo serviços administrativos e suporte digital para empresas que já tinham orçamentos para essas funções.
Ao contrário de se concentrar em construir uma marca pessoal, Megan focou em oferecer valor real — e isso foi o que as empresas realmente procuravam. Ela descobriu que, ao contrário da crença popular, não é preciso ser visível para ser valiosa; o que importa é a competência e a confiabilidade.
A virada mais significativa na trajetória de Megan foi adotar o que ela chama de "abordagem anti-influenciadora".
Esse conceito envolve usar as plataformas digitais como ferramentas, e não como palcos para ganhar seguidores. Isso a levou a explorar um dos streams de renda mais subestimados online: a criação de conteúdo gerado por usuários (UGC) para empresas de tecnologia. Sem precisar se expor ou construir uma audiência, ela começou a produzir vídeos que explicavam produtos e ajudavam as marcas a vender mais.
A criação de conteúdo para marcas de tecnologia mudou o jogo para Megan. Empresas estavam dispostas a pagar por vídeos simples e eficazes — sem a necessidade de seguir influenciadores ou se preocupar com popularidade. Em poucos meses, ela passou a receber pagamentos mensais que somaram milhares de dólares, alavancando sua capacidade de pagar a dívida rapidamente.
Casos de empresas que enfrentam dificuldades por falhas na gestão financeira são comuns no mercado. De startups a grandes corporações, o desafio envolve manter controle rigoroso das finanças e tomar decisões estratégicas baseadas em dados.
Essa responsabilidade não se limita à alta liderança. Profissionais de diferentes áreas que dominam fundamentos financeiros ampliam sua relevância e capacidade de crescimento na carreira.
Com esse objetivo, EXAME e Saint Paul disponibilizaram, por tempo limitado, mais uma edição do Pré-MBA em Finanças Corporativas.
O programa é voltado a profissionais que desejam aprofundar conhecimentos em gestão financeira e desenvolver competências estratégicas no ambiente corporativo.
Ao longo de quatro aulas virtuais, os participantes terão acesso a conteúdos sobre análise financeira, planejamento estratégico e gestão de riscos.
Entre os diferenciais do programa estão conteúdo desenvolvido por especialistas do mercado, carga horária de três horas, certificado de conclusão, aulas ao vivo com espaço para perguntas e interação com outros profissionais.