Brasil

PF prende sete suspeitos de fraude em licitações públicas

As investigações indicam que as fraudes envolvem licitações e contratos públicos cujos valores superam R$ 40 milhões


	Porto de Manaus, no Amazonas: os mandados estão sendo cumpridos em Manaus e Parintins (AM) e em Porto Velho (RO).
 (DIVULGAÇÃO)

Porto de Manaus, no Amazonas: os mandados estão sendo cumpridos em Manaus e Parintins (AM) e em Porto Velho (RO). (DIVULGAÇÃO)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de maio de 2013 às 14h48.

Priorizar nos meus resultados Google

Brasília – A Polícia Federal (PF) no Amazonas prendeu hoje (7) seis empresários e uma servidora pública por suspeita de corrupção. As prisões fazem parte da Operação Martelo que visa a combater organizações criminosas suspeitas de fraudes em licitações, corrupção de servidores públicos e desvio de recursos públicos de órgãos federais em Manaus e Rondônia, informou a PF, em nota.

As investigações indicam que as fraudes envolvem licitações e contratos públicos cujos valores superam R$ 40 milhões. Os agentes ainda cumprem 30 mandados de busca e apreensão, 19 de afastamento de servidores públicos de suas funções, 19 de sequestro de bens móveis, e três de sequestro de bens imóveis. Mais 60 pessoas serão ouvidas, entre investigados e testemunhas.

Os mandados estão sendo cumpridos em Manaus e Parintins (AM) e em Porto Velho (RO). A operação é feita em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Receita Federal. Ao todo, participam da operação 150 policiais, 16 servidores da CGU e 20 da Receita. Os nomes dos sete presos não foram divulgados para manter o sigilo das investigações.

As apurações da Operação Martelo foram iniciadas em 2007. Segundo a PF, o nome da ação faz referência ao instrumento de trabalho de pregoeiros e leiloeiros, uma vez que a maioria dos crimes investigados foi cometida no âmbito de licitações públicas.

Acompanhe tudo sobre:PrisõesPolícia FederalAmazonas

Mais de Brasil

Lula pede ao TSE cassação da chapa de Flávio por abuso de poder econômico e favorecimento em redes

Lula supera Flávio Bolsonaro nas redes após debate sobre sigilos, diz Datrix

Comitê da ONU pede que Meta proteja liberdade de expressão nas eleições brasileiras

Lula aceita condições de Flávio para abrir sigilos, mas cobra dados de empresa ligada a Willer Tomaz